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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como usar BAdIs do GUEPARDO Tax para ajustar uma regra específica sem mexer no padrão?

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Direto: temos uma necessidade própria que o padrão do GUEPARDO Tax não cobre, e a área pediu um ajuste. Já ouvi falar em BAdI, mas não sei quando ela é o caminho certo nem como documentar a mudança para a auditoria. Hoje o ticket diz só "ajustar regra".

E aí, saindo um pouco do tema, a controladoria vai pedir a evidência do antes e depois no fechamento. Como vocês decidem se é BAdI e como registram a mudança?


Atualização:

Obrigada, Ivone e Priscila. Vou abrir o ticket com os três campos: dono, objetivo e o que a extensão assume do produto. Pergunta: esse registro vai num documento à parte ou no próprio ticket? E quem assina como dono da regra, a controladoria ou o fiscal?


Atualização:

Valéria, boa ponta: vou ler a seção de arquitetura do módulo antes de pedir qualquer coisa. Já separei o ticket em duas colunas, parametrização tentada e extensão proposta. Sobrou uma dúvida: a análise de impacto deve acontecer antes de aprovar a BAdI ou depois do protótipo?

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Use BAdI só depois de esgotar a parametrização e de ler a seção de arquitetura do módulo, e registre dono, objetivo e o que a extensão assume do produto.

  1. Tente configuração e confira no módulo se já existe BAdI para o ponto.
  2. Faça a análise de impacto antes de aprovar e a regressão depois, com documentos de períodos fechados.
  3. Guarde no ticket o dono, o objetivo, o antes e depois, e o teste.

As notas de projeto apontam as extensões Z como a parte que mais quebra na atualização, por isso o inventário vivo. Para o desenho de extensões fiscais, veja ABAP e customização fiscal no SAP. O que cada BAdI faz por dentro não está coberto no que consultamos; confirme com a NTT ou teste no ambiente.

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Foi mal a pergunta, mas discordo em um ponto: não comece pela BAdI, comece lendo. A ideia é, pois é, esgotar a parametrização antes.

  1. A regra existe em configuração?
  2. O campo que falta é do padrão?
  3. Só então a extensão.

A documentação traz em cada módulo a seção de arquitetura, com a lista de BAdIs. Ler essa seção antes de pedir o desenvolvimento evita pedir ao ABAP algo que o produto já oferece.

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Sem querer atrapalhar, do lado do key user o que eu exijo antes de aceitar a extensão:

  1. Caso de teste com documento real de período já fechado.
  2. Resultado antes e depois, lado a lado.
  3. Lista do que não deve mudar.

Olha, vale registrar a ordem que as notas de projeto descrevem: desenvolvimento, homologação, produção, com regressão contra evidência de períodos fechados, e o primeiro fechamento real depois da mudança é o teste que conta.

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Boa tarde, colegas do fiscal. Então, antes de mais nada: parametrização antes de desenvolvimento, e só depois um ponto de extensão previsto antes de alterar objeto padrão. É a regra que aparece nas notas de projeto. A documentação da NTT lista BAdIs em módulos diferentes, como /FHG/BADI_ECD para registros da ECD e /FHG/BADI_PIS para a natureza da receita. Ou seja, BAdI é o caminho quando a necessidade é regra própria e não há campo de configuração que a resolva.

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Direto ao ponto: documente em três campos, dono, objetivo e o que a extensão assume do produto. O chato é que quase ninguém registra isso, e as notas de projeto dizem que extensões Z quebram na atualização sem que ninguém saiba qual existe, quem escreveu e o que assume do produto. Para o auditor, junte: pedido, aprovação do dono da regra, teste antes e depois, e a ordem de transporte.

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