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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

O GUEPARDO Tax é instalado como add-on em ABAP: o que isso muda na migração para S/4HANA?

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Pra dar o contexto: sou contador, trabalho há 18 anos com fiscal e hoje estamos migrando de outro ERP para SAP. Pensei que, como todo mundo sabe, viu, fiscal era só parametrização, mas soube só agora que o GUEPARDO Tax roda como add-on ABAP dentro do SAP.

Em uma conversão para S/4HANA, que cuidados de compatibilidade o time técnico deve levantar com a NTT? Quero montar a lista de perguntas antes da primeira reunião com o time de Basis, porque ninguém aqui sabe o que perguntar.


Atualização:

Ajudou muito. Vou levar três pontos para a NTT: versão compatível com o destino, interface de busca contábil e lista de extensões. Pergunta de seguimento: como provar, depois da conversão, que a apuração continua certa? Só o teste técnico basta?

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Roteiro final para levar à NTT e ao time técnico:

  1. Versão: qual versão do produto atende o S/4HANA de destino. A documentação que consultamos não afirma versão mínima.
  2. Dado contábil: interface de busca em uso e a de destino (ACDOCA em S/4HANA, segundo a documentação da NTT).
  3. Extensões: inventário com dono, antes e depois.
  4. Prova: o primeiro fechamento real validado pelo cliente é o critério que a nota de projeto usa; teste técnico sozinho não basta.

Mais contexto em migração para S/4HANA com foco fiscal.

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  1. Levante os objetos próprios do produto, de namespace /FHG/, e as extensões Z que se apoiam neles.
  2. Pergunte à NTT qual versão do produto aceita o S/4HANA de destino. A documentação que consultamos não traz versão mínima, e o pulo do gato, né, é perguntar isso por escrito.
  3. Liste os relatórios escritos no ECC.
  4. Defina o dono de cada extensão.

A nota de projeto avisa que relatório do ECC costuma precisar de reescrita.

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Discordo de tratar isso só como compatibilidade técnica. Para mim, o básico, pois é, é outro: a nota de projeto diz que apuração, livros e contabilização dependem de parametrização, extensões Z e dado mestre, que não migram sozinhos, e que isso costuma ser descoberto tarde.

Eu pediria, antes da conversão, um inventário vivo das extensões com dono e objetivo. Quando a atualização quebra, a pergunta de sempre é qual extensão existe e o que ela assume do produto.

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O primeiro item da lista é de onde o produto lê o dado contábil. Segundo a documentação funcional da NTT, as interfaces de busca leem tabelas padrão do SAP, e em S/4HANA o lançamento fica na ACDOCA. E, então, de bate-pronto, pergunte qual interface de busca está configurada hoje e qual será a de destino.

Checagem simples: peça a configuração atual e confira se a interface do destino existe na versão instalada.

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