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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

O que a empresa deve exigir do parceiro de implantação do GUEPARDO Tax em documentação?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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O que temos aqui: o projeto de implantação do GUEPARDO Tax está no meio, e a empresa quer garantir que no final fique manual, desenho e registro de decisões. Agora, só um detalhe: não sabemos o que é razoável exigir do parceiro. Que documentos devo pedir? Em que momento do projeto? E como saber se a documentação entregue é utilizável, e não só volumosa?


Atualização:

Obrigado, pessoal. O documento vivo e o dossiê de decisões entram no contrato do parceiro. O que temos aqui é um projeto no meio, então vou pedir o inventário já na próxima semana. Como eu sei se o manual de operação está bom, e não só volumoso? Agora, só um detalhe: nossa equipe interna é pequena.

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Em contrato, escreva que o projeto só termina com estes cinco entregáveis:

  1. Inventário de customizações, com padrão separado de Z.
  2. Decisões registradas com data e dono; a tributária assinada pelo cliente.
  3. Evidência de teste homologada pelo cliente.
  4. Manual por obrigação, aprovado no teste de leitura do Diego.
  5. Atualização por fase, nunca só no último dia.

O material que temos não traz padrão de entregáveis da NTT; essa lista é julgamento. Escreva-a no contrato. Veja também metodologia de projeto fiscal.

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Prezados, bom dia. Já adianto, pois é: manual grosso não prova nada. Discordo em um ponto: o critério é um teste de leitura, em que alguém da equipe interna cumpre uma obrigação só com o documento. Notas de projeto lembram que quem valida é o cliente, e o teste técnico da consultoria não prova que a apuração do mês está certa. Documento que ninguém consegue seguir é pacote, não manual.

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Sei que deve ser básico, porém: aqui a gente resolveu de outro jeito, com um documento vivo em vez de um pacote único no fim. A cada fase do projeto, o parceiro atualiza o inventário e o registro de decisões, e a equipe do cliente revisa. Agora, por assim dizer, o aceite final vira só uma conferência. Funcionou melhor que receber tudo no último dia.

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Oi, gente. Completando a Helena: peça o dossiê de decisões amarrado à regra. Notas de governança descrevem dono por regra, dossiê com data, dono e vínculo com a regra, e período de guarda definido com o jurídico do cliente. Agora, pra não esquecer, a decisão tributária registrada tem que mostrar que quem decidiu foi o cliente, e não o parceiro.

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Olá a todos. Pense em quatro pastas que o parceiro precisa fechar:

  1. Desenho técnico: o que veio no padrão e o que foi desenvolvido, com o motivo.
  2. Atas e decisões: data, participantes e quem aprovou.
  3. Provas de teste, com resultado e responsável pela homologação.
  4. Guia de rotina para cada obrigação.

Agora, uma ressalva: o material que temos não traz um padrão de entregáveis da NTT; essa lista é julgamento de projeto.

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