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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

O que conferir no GUEPARDO Tax antes de liberar a emissão após o cutover?

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Explicando o cenário: fizemos a migração de saldos e documentos no fim de semana. Antes de liberar a emissão na segunda, o que o fiscal precisa ter conferido no GUEPARDO Tax para não parar a operação?

Estou em transição de carreira, venho de outra área, e olha, pra não esquecer, quero levar uma lista objetiva para a reunião de liberação. Sem a lista, o gestor vai perguntar e eu não vou ter resposta.


Atualização:

Obrigado, ficou claro. Vou levar para a reunião uma lista em duas partes: conferência técnica no produto e liberação gradual por tipo de documento.

Só uma dúvida: o material que a gente tem fala de versão mínima do produto para S/4HANA? Quero perguntar já na reunião, se existir.

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Lista final para a reunião de liberação:

  1. Configuração do produto conferida e interface de busca compatível com o razão do ambiente.
  2. Saldos de uma conta batidos com o balancete e uma apuração de teste comparada ao último fechamento.
  3. Extensões Z inventariadas e amostra de dado mestre comparada com a origem.
  4. Liberação gradual: um documento de cada tipo, fiscal acompanhando, plano de volta definido.
  5. Sobre versão mínima do produto para S/4HANA, a base que consultamos não afirma; confirme com a NTT.

Para aprofundar o preparo do cutover, veja fiscal no cutover para S/4HANA.

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Eu aprendi na marra, viu, que o que falha costuma estar fora do produto. Nas notas de projeto que a gente consolidou, apuração, livros e contabilização dependem de parametrização, extensões Z e dado mestre que não migram sozinhos, e isso costuma ser descoberto tarde. É julgamento de projeto, não fato do produto.

Então inclua na lista: inventário das extensões Z do fiscal e amostra de dado mestre migrado, comparando cinco materiais e cinco parceiros com a origem.

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Discordo de tratar a lista como só técnica. Veja, como se diz, a conferência técnica não basta: nas nossas notas de teste, a homologação do cliente inclui a interpretação tributária e o primeiro fechamento em produção.

Liberar a emissão para tudo de uma vez é risco. Libere primeiro um documento de cada tipo, com o fiscal acompanhando, e só amplie depois de comparar o XML emitido com o esperado. Tenha um plano de volta definido antes da liberação.

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Antes de liberar, o fiscal precisa ter provado com documento real que o produto lê os saldos migrados e apura como antes. Puxando o fio, minha lista:

  1. Conferir a configuração do produto, que segundo a documentação da NTT abre pela transação /FHG/11.
  2. Confirmar que a interface de busca contábil corresponde ao tipo de razão do ambiente. Em S/4HANA, a documentação cita a ACDOCA.
  3. Comparar os saldos de uma conta com o balancete.
  4. Rodar uma apuração de teste e conferir o resultado com o último fechamento.
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