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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

O que fazer quando o GUEPARDO Tax devolve um resultado inesperado após a migração?

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Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Quero saber uma coisa: assumi a área fiscal há pouco, vinda de farma, e estamos no S/4HANA 1909 depois de sair do ECC. A apuração de um tributo fechou diferente da que o ECC dava para o mesmo mês, e aí, de perto, não sei por onde começar. Pode ser dado migrado, parametrização ou mudança de regra no GUEPARDO Tax. Como separo as três causas sem sair mexendo em tudo? Qual checagem faço primeiro?


Atualização:

Obrigada, gente. Fechei um mês e uma empresa e comparei cinco notas, como a Maria sugeriu. Duas ficaram com CFOP diferente do ECC, então por enquanto parece dado e não regra. Vou pedir ao fiscal os ajustes manuais, como o Bruno falou, e conferir a interface de busca com a Valéria. Uma dúvida: onde costuma ficar o registro desses ajustes do ECC, se ninguém anotou?

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Resumindo, porque a conversa ficou completa. Separe a causa em ordem, uma camada por vez:

  1. Congele a comparação: um mês fechado, uma empresa, um tributo, e confirme se o número do ECC não tinha ajuste manual.
  2. Dado, depois parametrização: compare cinco notas campo a campo e some a diferença nota a nota para ver se é pontual ou espalhada.
  3. Leitura do dado no produto: segundo a documentação da NTT, em S/4HANA o produto usa a interface de busca ACDOCA; confira a configuração em /FHG/11.

Em nota de projeto (julgamento, não medição), apuração, livros e contabilização dependem de parametrização, extensões Z e dado mestre que não migram sozinhos, e isso costuma ser descoberto tarde. O conteúdo que temos em mãos não afirma o que cada versão do produto mudou na regra; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Para o desenho da migração, veja como tratar o fiscal na migração para S/4HANA.

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A ideia é, pois é, olhar também de onde o produto lê o dado contábil. Segundo a documentação da NTT, em S/4HANA os lançamentos ficam na ACDOCA e por isso o produto tem a interface de busca ACDOCA. Depois de migrar, vale conferir qual interface de busca está ativa na configuração, que abre pela transação /FHG/11.

A documentação do produto que temos não afirma o que muda no resultado se a interface errada estiver ativa. Confirme com a NTT ou teste no ambiente de qualidade, com um período já fechado.

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Discordo em parte da ordem. Conforme o combinado no meu time, antes de culpar migração ou regra, confirmamos se o número do ECC estava certo. O número antigo não é gabarito: ele pode ter tido ajuste manual que o novo ambiente não repete.

Peça ao fiscal a lista de ajustes manuais do mês de comparação e some ao valor do ECC. Se a diferença some, não havia erro no S/4HANA. Qual valor vale é decisão do tributário da empresa, não do consultor.

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Comece congelando a comparação: um mês já fechado, uma empresa, um tributo. Veja, o plano é separar três camadas e mexer em uma por vez.

  1. Dado: pegue cinco notas do mês e compare NCM, CFOP, CST e parceiro entre o ECC e o S/4HANA.
  2. Parametrização: confira se cada uma dessas notas cai na mesma regra.
  3. Regra do produto: só entre nisso se as duas primeiras estiverem iguais.

Sou key user, não do fiscal, e peço desculpa se for básico, mas anotar cada comparação numa planilha de três colunas me salvou mais de uma vez.

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A saída é, tá, andar para trás em vez de para frente. Em vez de comparar tudo, pegue o valor da diferença e quebre por documento: some o imposto nota a nota nos dois lados e veja quais notas explicam a diferença.

Se uma ou duas notas explicam tudo, o problema é do dado ou da parametrização daquelas notas. Se a diferença está espalhada em quase todas, aponta para uma regra. Eu vim de outro ERP e sempre começo pelo valor que não fecha, não pela tela de configuração.

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