Pano de fundo: sou auditor interno e a TI acabou de me dizer que, segundo a NTT DATA, o GUEPARDO Tax é um add-on em ABAP com namespace próprio. Passamos por situação parecida em outro projeto, em que ninguém tinha definido o que isso muda no ambiente, e só descobrimos na hora do transporte.
Para o projeto de implantação que começa agora, e aí, a saída é entender o impacto antes de assinar o plano. O que um add-on dentro do SAP significa na prática para a TI, para o fiscal e para a auditoria? E o que eu devo perguntar à NTT em vez de supor?
Atualização:
Obrigado, pessoal. A lista de ambientes, janela e quem valida entra no plano, e o inventário de extensões vira a primeira tarefa. Pergunta de seguimento: o que exatamente eu peço por escrito à NTT, versão mínima de SAP, interface de busca e desempenho, e quem do nosso lado faz essa pergunta?