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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Quais cenários de homologação não podem faltar antes do go-live do GUEPARDO Tax?

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Olá, time. Estamos a poucas semanas do go-live do GUEPARDO Tax e o plano de testes tem poucos cenários porque o prazo apertou. Olhando a tela, é fácil achar que o plano cobre tudo, mas não confio. Que casos reais de operação o fiscal deve exigir na homologação para não descobrir problema no primeiro fechamento? Preciso de uma lista que eu consiga defender perante a gerência.


Atualização:

Obrigada, pessoal. Montei uma primeira lista com cenário, as três saídas e um dono para cada um. O ponto das extensões Z eu não tinha pensado e vou pedir o inventário. Dúvida de seguimento: quantos cenários por tributo vocês consideram um mínimo defensável?


Atualização:

Voltando depois da reunião. A gerência aceitou estender a homologação em uma semana para rodar os cenários de documento, apuração, guia e contabilidade. Ficamos de repetir o conjunto depois de cada ajuste e de deixar o primeiro fechamento em produção como critério de aceite final. Ainda quero uma resposta sobre o número mínimo de cenários, se alguém tiver.

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O que o fiscal deve exigir na homologação é um conjunto de casos reais que prove a cadeia inteira, não só que o sistema abre.

  1. Camadas: técnico, integrado, regressão, contábil, homologação do cliente e primeiro fechamento em produção.
  2. Três saídas por cenário: documento fiscal, lançamento contábil e valor na apuração.
  3. Casos de exceção: nota cancelada ou devolvida depois da apuração, ajuste manual e retenção lançada direto na contabilidade, que existe no razão e não na base da apuração.
  4. Extensões Z: um cenário por extensão que toca o fiscal.

A base que consultamos não afirma um número mínimo de cenários por tributo; defina com o tributário da empresa e feche pelo que o primeiro fechamento provar. Mais em testes fiscais no SAP.

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Dúvida curta: discordo em um ponto. Na real, é que cenário bonito de teste não basta, falta o cenário feio. Um validador aceitar o arquivo não prova que o imposto apurado é o escriturado e o pago. Eu pediria a cadeia inteira de cada caso: documento, apuração, guia e contabilidade. Exemplo de linha de evidência:

  • cenário 7 | nota cancelada depois da apuração | apuração recalculada? | guia ajustada? | razão conferido?
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Me desculpem a pergunta, mas há um ponto técnico que o fiscal esquece. Olha, ou seja, é o que foi desenvolvido fora do padrão. Peça o inventário das extensões Z que tocam o fiscal e exija um cenário para cada uma. Segundo as notas de projeto, extensões Z em torno do fiscal são a parte que mais quebra na atualização. Sem cenário por extensão, a homologação ignora a parte mais frágil.

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Oi, gente. Veja, diga-se de passagem, o risco de um plano curto é o que ele deixa de fora. As notas de projeto descrevem o caso em que o projeto passa em todos os testes e o primeiro fechamento mostra diferença de saldo, obrigação rejeitada ou nota que não contabiliza. Por isso, para cada cenário eu exijo três saídas: o documento fiscal, o lançamento contábil e o valor na apuração. Se uma das três não foi conferida, o cenário não conta como homologado.

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Explicando o cenário: o teste da consultoria não é a homologação do cliente. Minha leitura, é que o plano precisa ter as camadas separadas. As notas de projeto que usamos listam teste técnico pela consultoria, integrado pelo cliente com apoio, regressão, contábil, homologação do cliente, que inclui a interpretação tributária, e primeiro fechamento em produção. O que o fiscal exige é a homologação e o contábil, com documento real de um mês já fechado. Se o plano só tem teste técnico, falta justamente o que importa.

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