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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Quais regras próprias do ECC precisam ser revisadas antes de levar o fiscal ao GUEPARDO Tax?

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Contexto rápido primeiro. No ECC temos dezenas de rotinas Z de cálculo e ajuste fiscal, e queremos levar o fiscal para o GUEPARDO Tax. Acompanho o assunto desde a implantação do S/4HANA 2023, mas esse inventário é novo para mim. Sem pressa, pois é, mas preciso de um jeito de decidir o que continua necessário e o que vira parametrização. Alguém tem um roteiro de inventário que funcione?


Atualização:

Obrigado a todos. Vou montar a planilha da Kátia com a coluna de obrigação que o Otávio sugeriu e depois rodar um período fechado para comparar, como o André propôs. Uma dúvida de seguimento: quem deve ser o dono de uma rotina Z que o autor original já deixou a empresa?

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Resumindo: o inventário das rotinas Z vem antes da decisão. Uma linha por rotina, com dono, objetivo, obrigação que alimenta e se há parametrização equivalente. Segundo notas de projeto (julgamento, não documentação do produto), parametrização vem antes de desenvolvimento e a análise de impacto antes, com regressão depois. O conteúdo que temos em mãos não afirma que o GUEPARDO Tax cubra cada regra Z; confirme com a NTT ou teste um período fechado. Veja como tratar as customizações fiscais em ABAP.

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Complementando: a gente costuma, viu, ordenar pelo que alimenta obrigação. A mesma síntese de notas de projeto, que é julgamento, diz que apuração, livros e contabilização dependem de parametrização, extensões Z e dado mestre que não migram sozinhos, e que isso costuma ser descoberto tarde. Então, para cada rotina Z, escreva qual arquivo ou guia quebra se ela sumir. As que não quebram nada vão para o fim da fila.

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Discordo de começar só por parametrização. Por assim dizer, né, parametrizar o que não tem dono apenas muda o lugar do problema. A documentação do produto que temos não afirma que o GUEPARDO Tax substitua cada regra Z do ECC; confirme com a NTT ou teste no ambiente com um período fechado, comparando o resultado antigo com o novo. Se o valor diverge, a rotina Z carregava uma regra que ninguém documentou.

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Inventário vivo, com dono, objetivo e o que cada rotina assume do produto, é a base. Isso vem de uma síntese de notas de projeto, ou seja, julgamento e não documentação do produto. Um adendo, tá: a regra de decisão que se repete é parametrização antes de desenvolvimento. Passo: monte uma planilha com uma linha por rotina Z e quatro colunas, dono, o que calcula, qual obrigação alimenta e se existe parametrização que a substitua. Marque a última como não conferida até alguém testar.

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