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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Quando parametrizar o GUEPARDO Tax em vez de programar uma extensão própria?

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Sou auditora interna e não sou do fiscal, então desculpem se a dúvida for básica. O negócio pediu uma regra específica e o desenvolvedor propôs um programa Z. Estamos migrando de outro ERP para SAP.

E aí, o problema é que ninguém soube me dizer qual o critério para escolher entre parametrizar o GUEPARDO Tax ou criar uma extensão. Cada lado defende o seu. Existe uma regra de decisão que dê para escrever e que eu consiga auditar depois?


Atualização:

Isso me dá uma regra de decisão para auditar. Vou propor ao time: pedido de extensão só passa com três respostas escritas (por que não cabe em parâmetro, qual o ponto de extensão, quem é o dono). Pergunta: o inventário das extensões deve ficar com o fiscal ou com o time de TI?

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Critério escrito para decidir:

  1. Primeiro parâmetro: a regra cabe em configuração, ainda que com mais cadastro?
  2. Ponto de extensão: existe previsto na arquitetura do módulo? Se sim, a extensão fica ao lado do produto, não dentro dele.
  3. Dono e inventário: toda extensão entra no inventário vivo com dono, objetivo e o que assume do produto.
  4. Impacto: análise antes da mudança e regressão depois.

Segundo a documentação da NTT, correção de defeito do produto é da NTT, e alterar objeto padrão pode atrapalhar isso. A decisão final de desenhar a regra é do cliente. Para extensões em ABAP, veja customização fiscal em ABAP.

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Antes de mais nada, né, discordo de parametrizar sempre. Se a regra exige 40 exceções cadastradas, a configuração vira um labirinto que ninguém explica, e um programa pequeno com dono e teste é mais claro.

Mas o critério continua o mesmo: a escolha é justificada por escrito. Dois testes para decidir: quantas linhas de cadastro a regra consome, e se um novo analista entende a regra lendo só a configuração. Se não, a extensão pode ser a melhor opção, desde que inventariada.

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Então, meu ponto, como ABAP, é perguntar três coisas antes de aceitar o programa Z. A regra cabe em parâmetro, mesmo que com mais cadastro? Existe ponto de extensão previsto para ela? O que acontece com ela na próxima atualização?

A documentação de cada módulo da NTT, segundo o material, traz uma seção de arquitetura com tabelas, transações, grupos de função e BAdIs. Antes de qualquer programa Z, abra essa seção do módulo e veja se o ponto existe. Se existir, a extensão fica ao lado do produto e não dentro dele.

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No mês passado a gente quase aprovou um programa Z que duplicava uma regra já parametrizável. Só descobrimos porque alguém abriu a configuração e achou a opção.

Segundo o material da NTT que temos, a manutenção da licença e a correção de defeitos do produto são da NTT. Alterar objeto padrão complica isso: o chamado de defeito pode ficar sem resposta porque o objeto não é mais o original. Mais um motivo para o ponto de extensão e a anotação de impacto.

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Parametrização primeiro, extensão só com justificativa escrita. Bem, por experiência, a ordem é essa porque extensão tem custo que não aparece no pedido: manutenção, teste a cada atualização e dono.

Segundo as notas de projeto da casa, a regra de decisão é parametrização antes de desenvolvimento, ponto de extensão previsto antes de alterar objeto padrão, inventário vivo com dono e análise de impacto antes, regressão depois. Isso dá o seu critério auditável: cada extensão precisa de uma linha no inventário.

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