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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Que análise de impacto fazer antes de trocar a versão do GUEPARDO Tax?

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A NTT liberou uma nova versão do GUEPARDO Tax. Antes de aprovar a atualização em produção, o fiscal precisa montar a análise de impacto e a regressão por cenário.

Agora, uma ressalva: ainda não sei o que a versão muda e não quero descobrir no fechamento. O que vocês levantam antes de aprovar, e como provam que a apuração continua igual?


Atualização:

Obrigada. Peço à NTT a lista do que a versão muda e separo três períodos fechados. Uma dúvida: o teste do consultor técnico já conta como regressão, ou o fiscal precisa repetir por conta própria?

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Faça regressão contra períodos fechados, com o fiscal validando, e só então aprove a versão em produção.

  1. Impacto: peça à NTT o que a versão muda; o material que temos não afirma o conteúdo de cada versão nem a política de suporte por versão.
  2. Regressão: dois ou três períodos fechados, valor a valor contra o entregue.
  3. Extensões Z: inventário com dono e teste.
  4. Produção: depois da entrega das obrigações, com acompanhamento do primeiro fechamento.

Veja atualização de release do GUEPARDO Tax.

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Então, a questão é que o teste técnico da consultoria não prova que a apuração do mês está certa. Quem valida é o cliente, o fiscal. Discordo de tratar como duplicado: o técnico confere se roda, o fiscal confere se o resultado está certo.

E o teste que conta é o primeiro fechamento real depois da atualização, então marque o fechamento seguinte com acompanhamento reforçado.

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Pelo que vi, viu, o que mais quebra numa atualização são as extensões Z em torno do fiscal. Monte o inventário: cada extensão com dono, objetivo e o que assume do produto, e um teste para cada uma antes de atualizar.

A regra de decisão do material que consultei é parametrização antes de desenvolvimento e ponto de extensão previsto antes de alterar objeto padrão.

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E aí, no rollout a gente fez de outra forma: aprovação em duas etapas. Primeiro a versão sobe só em homologação com cópia de dados de um período fechado, e o fiscal aprova com a comparação. Só depois sai o pedido de produção, para uma data logo após a entrega das obrigações.

Se o primeiro fechamento real der diferença, a regra é parar e investigar, não ajustar à mão.

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Veja, o ponto é que, a decisão é de risco e de calendário fiscal, não só técnica. Janela depois que as obrigações do mês foram geradas e entregues, ordem desenvolvimento, homologação e produção, e regressão contra períodos já fechados.

Na prática: escolha dois ou três períodos fechados, reprocesse a apuração na versão nova e compare valor a valor com o que foi entregue.

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