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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Que riscos fiscais acompanham o go-live do GUEPARDO Tax?

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Boa noite, colegas. Sou auditor interno, não do fiscal, e peço desculpa se a dúvida for básica. O comitê quer saber o que pode dar errado no primeiro fechamento fiscal depois do go-live do GUEPARDO Tax, e quais provas reduzem cada risco. Preciso levar uma lista objetiva, com o que conferir e quem confere, sem prometer que nada vai falhar.


Atualização:

Obrigada, pessoal, vou montar a lista com os itens do Henrique, a conciliação do Matheus e a checagem de centro de lucro do Marcelo, e marcar o que o ambiente de qualidade não cobre. Bem, pra fechar: quem do lado da empresa deve aceitar o fechamento, o fiscal ou o contábil? O comitê vai perguntar.

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Para o comitê, a lista de riscos do primeiro fechamento tem cinco linhas: diferença de saldo entre fiscal e contábil, obrigação rejeitada, nota que não contabiliza, parte do fluxo que o ambiente de qualidade não testa e centro de lucro genérico em guia e provisão. Cada linha precisa de prova: conciliação com diferença explicada, validação da obrigação, lançamento da nota, lista do que não foi testado e conferência por amostra real. A homologação é do cliente e inclui a interpretação tributária, portanto o aceite do fechamento é da empresa. Veja estabilização fiscal depois do go-live.

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Discordo de tratar o ambiente de qualidade como prova completa. Olha, pelo meu histórico, o problema aparece tarde: divergência de configuração, dado ou produto descoberta só na homologação do cliente, perto da data de exigência, e ambiente de qualidade sem a transmissão configurada, então parte do fluxo não é testada. Na lista do comitê, marque o que o ambiente de qualidade não cobre, e não conte esse item como testado.

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Colocando no papel, né, mais um risco que fica fora das listas: mudança de plano de contas ou de centro de lucro. Ela quebra nota, guia e fechamento, e as guias e provisões que precisam carregar o centro de lucro certo caem em centro genérico. Se o go-live trouxe alteração de plano ou de centro de lucro, entre com uma checagem específica: pegue uma guia e uma provisão reais e confirme o centro de lucro de cada uma.

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Outro jeito de reduzir o risco: ensaiar com período já entregue. O material descreve, para IRPJ, CSLL e ECF, um paralelo contra o exercício já entregue e o acompanhamento da primeira apuração real. O cuidado é não generalizar: o material que temos só descreve isso para essas obrigações. Para as demais, o mesmo raciocínio pode ser testado, mas confirme com a NTT ou teste no ambiente antes de contar com ele.

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  1. Concilie apuração, guia e contabilidade de cada tributo.
  2. Liste toda diferença com a causa.
  3. Mostre ao comitê a diferença explicada, não só o total.

O prazo é, pois é, o do fechamento, então essa conciliação precisa estar montada antes do go-live. Costuma acontecer de fiscal e contábil não fecharem no mesmo valor, e a área gasta dias em planilha para explicar a diferença; com o roteiro pronto, esses dias viram horas de conferência.

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O primeiro fechamento é o teste que conta, porque projeto que passa em todos os testes ainda pode mostrar, no primeiro fechamento, diferença de saldo, obrigação rejeitada ou nota que não contabiliza.

  1. Diferença de saldo entre fiscal e contábil.
  2. Obrigação rejeitada pelo validador ou pelo órgão.
  3. Nota fiscal que não gera lançamento contábil.

O plano é transformar cada item em uma checagem do dia do fechamento, com nome de quem confere.

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