Pular para o conteúdo

Fóruns / ICMS e substituição tributária

Crédito de icms produtos intermediários

Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
4 Respostas
0 Visualizações

Olá a todos, sou Eduardo Pires, consultor FI e estou migrando um sistema de siderurgia antigo para o novo ERP. Estou focando justamente na correta contabilização desses créditos de entrada, que é uma parte sensível da operação. No nosso mapeamento, estamos lidando com a transição entre diferentes tipos de aquisições e precisamos aplicar os percentuais corretos para o cálculo do crédito presumido. Já tentei simular cenários usando a parametrização do nosso módulo, mas estou com uma dúvida específica sobre como o sistema trata a entrada de determinados itens. Considerando os percentuais mencionados para bens intermediários, qual seria o procedimento ideal no SAP para garantir que o cálculo esteja aderente à aplicação correta deste percentual? Minha opinião, tá, que a classificação precisa ser muito precisa no recebimento.


Atualização:

Pessoal, agradeço todos pelos aportes técnicos e pela camaradagem nessa transição. Eu cheguei ao ponto de testar o cenário de bens intermediários aplicando o percentual de noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento, conforme o que foi citado. Minha opinião, tá, que o mapeamento inicial do tipo de bem é o gargalo. Gostaria de saber se vocês encontraram alguma dificuldade em padronizar o registro desse tipo de aquisição em diferentes fornecedores para que o sistema recepcione o indicador corretamente.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Para padronizar a recepção dos dados de aquisições oriundas de distintos fornecedores, sugiro focar na uniformidade da descrição mercadológica usada durante o registro da entrada no sistema. A variabilidade na nomenclatura externa, embora comum, não deve comprometer a inteligência tributária que o ERP precisa processar. É imprescindível que o indicador interno que dispara o cálculo do crédito presumido seja gerado por uma chave mestra comum, independente de como o documento físico chegou ao nosso controle. A padronização do cadastro de materiais deve ser o foco para que o percentual correto seja aplicado automaticamente, mitigando erros manuais posteriores e garantindo a integridade do lançamento contábil. Para aprofundar, veja ICMS ST e DIFAL no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Eduardo, gostaria de complementar a visão sobre a migração, mas talvez fosse útil focar também na categorização dos bens. Embora o crédito para intermediários seja de noventa e dois por cento, excelência, o ponto é que, pois é fundamental que o novo ERP consiga diferenciar esses itens com precisão absoluta. A subjetividade na classificação pode comprometer toda a apuração do imposto, gerando passivos inesperados.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Olá Eduardo, entendo sua apreensão com a migração e a gestão desses créditos de entrada, especialmente vindo de outra área. Para os bens intermediários, o percentual aplicável ao cálculo do crédito presumido é de noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento, conforme o que consta na norma. Olha, vale registrar que essa identificação correta do bem é crucial para evitar inconsistências contábeis no novo ERP. No nosso mapeamento, o detalhamento desses itens exige muita atenção para garantir que o lançamento reflita a realidade operacional da aquisição.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Eduardo Pires, eu concordo com o que você levantou sobre a importância da classificação correta desses insumos. É realmente um detalhe minúsculo que acaba gerando um grande impacto na apuração final. No nosso processo de migração, passamos por isso e a curva de aprendizado é íngreme, sendo fundamental que o novo sistema sustente essa complexidade tributária. Colocando no papel, viu, a parametrização precisa ser robusta para suportar essas nuances. O que gostaria de acrescentar é a necessidade de mapear a natureza do bem adquirido antes mesmo de chegarmos ao cálculo do crédito, para que o percentual aplicado esteja perfeitamente justificado pela operação.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!