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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Concordo que o cadastro de material é a base de tudo, mas discordo que ele baste para Mato Grosso. Na nossa rotina de agro, no S/4HANA 1909, a alíquota saiu diferente depois de uma alteração do NCM, e o portal agencianet não explicou o motivo. Bem, por precaução, já conferi a classificação fiscal e o ponto de partida da tributação. Ainda assim, o imposto calculado ficou acrescido em alguns itens. Quais dados mestres vocês revisam primeiro para o ICMS de MT não sair diferente?


Atualização:

Quando a discussão esquenta, o que mais ajuda é ter o caso no papel, e vocês me deram isso. Obrigado. Testei a regra no ambiente de homologação e o valor bateu. Bem, por precaução, vou repetir com outra filial antes de fechar. Vocês acham que vale testar também um item com alíquota reduzida, ou basta o caso padrão?

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Na nossa rotina com cliente de agro, o caso começou com um valor fora do esperado, mesmo com a regra certa. O que exigiu tempo foi a base cadastral: classificação, origem e unidade de medida. Em Mato Grosso, a ordem importa, porque a Fazenda estadual só reconhece a regra com o cadastro fechado. Na prática, a sequência é conferir o cadastro, testar em ambiente separado e só então liberar a produção. Recomendação final: manter um registro dos dados mestres de cada ciclo, inclusive da unidade federada usada na virada. A decisão tributária é de quem responde pela obrigação, e nossa parte é mostrar como o sistema se comporta. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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O resultado que importa: a alíquota certa depende do destino da mercadoria, e isso não é detalhe do cadastro. Agora, digamos assim, discordo do Ricardo, porque o texto legal sozinho não muda a base; quem pesa é a regra configurada no sistema. No caso de telecom, o destino e o distrito do cliente pesam mais que o cadastro do item. Discordo com educação e peço que alguém confirme isso no manual.

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Rosana, isso é útil. O detalhe é que, viu, o convênio do estado muda a base de cálculo sem aviso prévio. Você já checou se o contribuinte da filial está cadastrado com o regime correto? Eu não sei onde isso fica no SAP, e quero saber antes de mexer na alíquota da filial.

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Gustavo, o ponto da origem está certo. Vou direto, tá: em Mato Grosso, o que pesa é a cláusula que trata do valor final ao consumidor, e isso só vale com conformidade no cadastro. Se o item não tem esse valor sugerido, a conta fica incompleta. Por isso, antes de mexer no imposto, cheque se o valor ao consumidor está registrado no formato certo.

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O risco que já vi em siderurgia é a tabela de NCM ficar parada depois da atualização do cadastro. Então, e aí, a ideia é validar o arquivo de origem antes de qualquer teste no atendimento de MT. Na prática, os dados que mais mexem no ICMS são classificação, origem e unidade de medida. Se um desses campos divergir, o resultado sai errado mesmo com a regra certa.

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