No meu caso, em ECC 6.0, o programa de recuperação de crédito fiscal calcula o valor por um rateio que escrevi em ABAP, mas o resultado muda de um mês para outro e o auditor questionou. Já testei aplicando o mesmo percentual em todos os meses, e depois mudei a base e o crédito ficou diferente. Descobri que existe a apropriação direta e a proporcional, e não sei qual foi aplicado antes de mim. Digamos assim, né, estou perdido. Quais são os erros mais comuns em recuperação de crédito fiscal?
Atualização:
Débora, obrigada. O risco que já vi foi o programa pegar o método de outra variante, e o resultado oscilar. Testei fixando o método no parâmetro do programa em ECC 6.0 e o valor parou de variar. Digamos assim, né, resta uma pergunta: quando a norma mudar o método para o ano seguinte, como vocês registram a troca no sistema, para a recuperação ficar rastreável?
Atualização:
Mônica, obrigada, fez sentido. Conciliei o custo do razão com a base do programa em um mês de teste e achei uma diferença que ainda não sei explicar. Digamos assim, né, parece que o problema começa no custo comum. Pergunta: quem costuma ser dono dessa conciliação, o time de custos ou o fiscal?