A pergunta que eu queria resolver é quem deve responder pela recuperação de créditos fiscais dentro da organização. No nosso caso, a nota de saída acobertou o transporte, a mercadoria voltou e o imposto debitado nunca foi escriturado de novo, então o transporte ficou acobertado pela nota errada. Colocando no papel, viu, estamos migrando de outro ERP para o SAP, e o time fiscal diz que é papel da contabilidade, enquanto a logística acha que é nosso. Já tentamos montar uma planilha por nota, mas ela não cobriu os casos de devolução parcial. Quem fica responsável por essa recuperação na sua organização?
Fóruns / Recuperação de créditos e CIAP do ativo imobilizado no SAP
Quem deve ser o responsável por recuperação de créditos fiscais dentro da empresa?
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Simone Almeida, considerando que o lançamento de entrada é o ponto de acerto para o imposto que foi debitado, gostaria de entender melhor se o time responsável por realizar essa escrituração no sistema possui algum conhecimento prévio ou papel específico no trâmite documental que acobertou inicialmente o transporte e a subsequente movimentação da mercadoria.
Larissa Vieira, concordo que a documentação é o cerne da questão. Na prática, acompanhei situações onde a inconsistência no recebimento da mercadoria gera um efeito cascata no sistema. Se o lançamento de recebimento não espelha o que saiu, o recuperador precisa acessar logs ou documentos que mostram a origem da divergência para fundamentar o ajuste fiscal.
Quando a operação de retorno da mercadoria acontece, e o débito original não foi devidamente registrado, o procedimento exige uma ação documentada. Se houver um equívoco no lançamento de entrada, precisamos garantir que quem está recebendo a mercadoria esteja alinhado com os dados da saída. O correto é que o registro de entrada faça referência àquela que saiu, caso contrário, a inconsistência pode gerar um passivo burocrático considerável na hora de pleitear o crédito.
Maria Monteiro complementando que, ao chegarmos na etapa da recuperação, o ponto nevrálgico era a documentação robusta. Se o lançamento de recebimento não espelha corretamente o que foi registrado inicialmente, torna-se crucial delinear exatamente qual fluxo deu origem à discrepância. Veja, o cuidado é garantir essa rastreabilidade documental minuciosa para sustentar a operação perante qualquer auditoria.
No meu escopo, quando chegamos à operação de recuperação, o ponto crítico era justamente a documentação comprobatória. Se o lançamento de entrada não estiver condizente com o que foi lançado originalmente, precisamos mapear precisamente qual fluxo gerou a discrepância. Por exemplo, se o campo CNPJINTERV estiver preenchido, indicando a empresa responsável pelo contrato de manutenção, isso guia quem deve validar o retrabalho. Se não houver tal intervenção no bico, o preenchimento desse campo não deveria existir.
Quando o processo cai no lançamento de entrada, a resposta mais prática é o time que escritura a nota. A sacada é, ó, que essa equipe tem acesso à nota que cobriu o transporte e ao retorno da mercadoria. Anteriormente ao go-live, muita gente deixava isso com a controladoria, e o crédito se perdia no meio do caminho. Quem assina a recuperação precisa de um responsável autorizado para cada tipo de operação e de uma comprovação guardada junto. A decisão sobre o enquadramento continua com a organização, mas quem fez o lançamento deve responder pela trilha.
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