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Fóruns / SPED Fiscal por bloco: 0, B, C, D, E, H, 1 e 9 no SAP

Como devem ser informadas as mercadorias da empresa em posse de terceiros?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Na nossa rotina de alimentos, o caso concreto é o produto que sai da fábrica para um depósito de terceiros e volta depois. Quando ele retorna, o sistema lança de novo e o saldo do Bloco K não bate. O detalhe é que, ó, temos produto acabado e produtos acabados em duas unidades, e aquelas que estão com terceiros entram numa conta separada. Já testamos o tipo de posse no registro e o arquivo de teste rejeitou a linha. Como vocês informam no K200 a mercadoria fora da unidade sem duplicar a saída?


Atualização:

O resultado que importa é que o registro de posse ficou claro para a equipe, e isso já ajuda. O detalhe é que, ó, ainda não sei se o retorno parcial entra no mesmo mês. Vou testar com um lote pequeno e comparar com o que o auditor pedir. Vocês já fecharam um período com retorno parcial? Qual foi a regra que usaram?

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Quando a mercadoria está fora da unidade, o primeiro cuidado é registrar a posse, porque ela decide quem responde pela informação. Se o estoque de terceiros não bater com o físico, a diferença vira erro no inventário e não só no arquivo. Recomendo um controle mensal por parceiro, com a posse e a quantidade de cada um, e uma revisão do que voltou parcial. Também vale guardar a justificativa de cada diferença no mesmo lugar, para a equipe não depender da memória. Assim, a resposta fica pronta quando o estabelecimento for questionado. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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João Nascimento, eu completo com um ponto. Como vimos, o item em empréstimo é o mais difícil de separar, porque a mercadoria enviada volta com outra quantidade. Na logística, a gente guarda a nota de envio e a de retorno lado a lado, e isso resolve metade do caso. Quando o retorno vem menor, o registro de enviados precisa de justificativa, e aí a conta fica clara. Eu faria essa planilha antes do próximo ciclo.

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Bianca Oliveira, olha, a ideia é entender melhor o seu ponto. Quando você fala em posse física, está pensando no saldo por descrição do produto ou no item por lote? No nosso caso de mineração, o material vem com embalagem diferente e o cadastro digital não diferencia isso. Como você separaria esse item no registro de posse?

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O risco que já vi é o declarante ficar na dúvida e o sistema não avisar. Olhando o log, tá, discordo da Juliana Correia quando diz que o dono da mercadoria decide tudo. Eu acho que o saldo contábil precisa bater com a posse física, antes de qualquer discussão sobre o dono. Na nossa leitura, o registro de posse talvez fique com o declarante e não com o dono, mas isso ainda precisa de conferência no manual. Enquanto isso não fecha, o convênio com terceiros fica em aberto no nosso teste.

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Concordo em parte com a Sandra Oliveira, mas a saída é, ó, saber antes quem é o dono da mercadoria, porque isso muda quem é o contribuinte. No nosso caso de siderurgia, a consignação tem consumos que saem do saldo antes da nota de retorno. Como você trataria esse consumo no período de envio? Pergunto porque o relatório não fecha quando há consignação em aberto.

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Dúvida curta, e a resposta é esta: o controle fica no livro auxiliar da própria unidade, quando o envio é para conserto. Na homologação, eu vi que o tratamento muda conforme a finalidade do envio. Para o conserto, o retorno precisa ser registrado com a mesma quantidade da saída. Se for outra operação, o sistema pede outro código e é aí que a tela recusa a linha. Eu testaria primeiro um caso de conserto antes de mexer no restante.

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