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Fóruns / NFS-e nacional, municípios e NFTS no SAP

Quais são os erros mais comuns em nota fiscal de serviço e NFTS?

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Quando a nota fiscal da prestação de atendimento para pacientes adultos sai com alíquota cheia, o problema costuma ser a classificação do item. Puxando o fio, pois é, no nosso S/4HANA o cadastro do código do item não diferencia os casos de acidemias e outros atendimentos especiais. Tentamos corrigir a alíquota na tela, só que o XML continuou saindo igual. Já testamos algumas notas de teste, e a diferença aparece sempre nas alíquotas do bloco de tributos. Qual é o erro mais comum que vocês encontram quando a classificação não bate com a alíquota?


Atualização:

Concordo em parte com a Simone, o cadastro é a raiz. Discordo, porém, de tratar o caso só como cadastro, porque a nota também depende do cenário fiscal em que foi emitida. Puxando o fio, pois é, testei com um cliente real e a alíquota mudou sem mexer em campo nenhum. Obrigado pelas respostas, Simone e Otávio. Você já viu alguém resolver isso só com regra de imposto? Quero entender o caminho antes de mexer no cadastro.


Atualização:

Se o caminho por finalidade funciona como a Helena disse, então eu quero testar primeiro um lote pequeno. Obrigado, Úrsula, a checagem mensal entrou na minha lista. Puxando o fio, pois é, o que testei até agora foi só a classificação, e o cálculo da nota ficou de fora. Você já viu o XML sair certo com a alíquota errada? Quero saber se o erro veio da parametrização ou do cadastro antes de mexer.


Atualização:

Alguém já colocou a tabela de exceções em produção? Obrigado pela alternativa, João, vou comparar com a separação por nota. Puxando o fio, pois é, tenho medo de criar uma regra que valha para o item errado e não para o caso todo. Se alguém tiver um exemplo de cadastro que funcionou, eu agradeço muito. Quero decidir antes do fechamento.

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Para fechar, uma recomendação prática: antes de emitir, confirme se o texto do item e o código da lista oficial apontam para o mesmo caso, inclusive quando a faixa de tributação muda pelo enquadramento. O anexo lido traz o ensino infantil com tratamento diferenciado, então esse tipo de item pede conferência extra. Depois, teste a nota de devolução e a nota de ajuste, porque é nelas que a diferença costuma escapar. Por fim, deixe a comparação automatizada, para que ela não dependa de quem digita. A aplicação dessas faixas a cada operação é decisão do contribuinte, com o apoio do jurídico dele. O projeto mostra como o sistema se comporta quando a regra muda e registra cada teste para o próximo fechamento. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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No caso de energia que acompanhei, o caso concreto é uma nota de manutenção que trouxe um item de educação dentro do mesmo pedido. Conte outra forma: separar o pedido em dois documentos, um para o item de fórmulas dietoterápicas e outro para o restante, e deixar a classificação em cada um. Essa alternativa vale quando a operação é pequena e o time consegue montar as duas notas sem atraso. Quando o volume é grande, o caminho é ter uma tabela de exceções na parametrização. O chato é, ó, que a separação aumenta o trabalho no fechamento.

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O resultado que importa é que o problema não está só no cadastro. Como dizem, ó, o erro costuma aparecer onde ninguém confere, que é o cálculo da nota de devolução. Num cliente automotivo que vendia para adultos, a classificação estava certa, mas as alíquotas saíram com a faixa errada. Por isso eu discordo da ênfase no texto do cadastro. Vale conferir a nota de devolução antes de mexer em qualquer campo.

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Dá para resolver por programa. Na minha rotina de ABAP, montei uma checagem que compara a classificação com o código antes da emissão. Vale quando há muitos itens e o time técnico consegue manter a regra atualizada. A faixa de sessenta por cento que consta no anexo lido precisa ser parametrizada por código, e não digitada à mão. Os itens submetidos a essa faixa ficam retidos até a conferência, e isso evita a nota sair sem análise.

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Helena Fernandes, o seu caminho por finalidade funciona, e eu completaria com uma checagem mensal. Agora, no mês passado, a nossa equipe percebeu que o código estava certo, mas a redução aplicada não batia com a regra. Por isso, passamos a conferir cada serviço emitido contra a tabela antes do fechamento. Isso leva pouco tempo e pega erro que o cadastro sozinho não pega. Vale começar pelas notas de maior valor.

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O risco que já vi é a nota sair certa para uma pessoa e errada para outra, só porque o cadastro do cliente mudou. Voltando ao ponto, viu, nossa equipe adotou um caminho de cadastro por finalidade: produtos de metabolismo especial ficam separados, e a proteína de uso clínico entra numa classe própria. Vale quando o volume é pequeno e a revisão manual dá conta. Quando o volume cresce, eu prefiro uma regra automática por código, porque o erro humano some. Escolha pelo tamanho da operação, não pela moda.

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Não seria mais simples cadastrar o produto como um todo? O básico, viu, é que o Otávio Rezende tem razão ao apontar o texto do cadastro, mas eu acrescentaria um ponto. Fórmulas dietoterápicas e itens de educação não podem usar o mesmo campo de classificação, porque a regra de cada um é diferente. Fundamental mesmo é separar os cadastros desde o início e revisar cada nota do mês. Isso exige disciplina do time, mas evita que o sistema confunda os casos.

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No caso da farma que acompanhei, o erro mais comum é a descrição do item não bater com o código fiscal. Vi isso num produto para tratamento de aminoacidopatias, em que a nota saiu com texto genérico e o sistema aplicou a regra padrão. Olha, de perto, o defeito está no cadastro, que não tem campo para diferenciar os defeitos enzimáticos dos demais casos. Confira a descrição do cadastro com o código da lista oficial antes de emitir. Assim, os ajustes posteriores tendem a diminuir.

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