Pular para o conteúdo

Fóruns / CT-e, MDF-e, frete e entrada automática no SAP

O que precisa estar pronto antes de configurar entrada automática de NF-e e CT-e no SAP?

Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
8 Respostas
0 Visualizações

Pessoal que já passou por isso, e aí, sem pressa, conto o caso. Somos distribuidora com filial em outra UF e a emissão própria já roda no nosso ERP, em S/4HANA 1909. Quando ligamos o recebimento de notas, a integração trouxe apenas algumas delas e o XML voltou sem a parte da assinatura. Conferimos o certificado da filial e o cadastro, mas o sistema ainda não reconhece a assinatura do arquivo. Como vocês validaram essa assinatura antes de liberar o recebimento?


Atualização:

Dúvida curta: alguém já resolveu esse erro sem abrir chamado? Obrigado a quem respondeu. E aí, sem pressa, eu sigo testando. Hoje o retorno ainda trava no mesmo ponto para metade das notas, e o time de TI diz que o acesso está correto. Vocês conferiram algo além disso do lado da integração?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Valide a nota antes de ligar. Esse é o ponto que quase todo mundo pula. A chave precisa passar pela checagem da origem e pela liberação de uso antes de qualquer gravação, e isso vale para toda a rotina. A regra depende do estabelecimento: em certos estados a habilitação é por unidade, e em outros é pela raiz do CNPJ, então quem responde por cada filial deve verificar a regra local. Antes de escriturar, feche o cadastro e teste um lote pequeno. Essa rotina dá segurança ao contribuinte e evita refazer o fechamento. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

O risco que já vi é o recebimento parar sem aviso quando alguém troca o certificado e não avisa ninguém. Em campo, a nossa equipe criou um atalho: a validação da chave eletrônica roda numa rotina separada, e só o resultado segue para o sistema. Esse caminho serve quando o volume é grande e os fornecedores já estão cadastrados. Quando a Sefaz muda alguma exigência, a gente mantém a conferência da chave digital antes de qualquer gravação.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Viviane Mendes, complemento o seu ponto. Bem, como todo mundo sabe, o emissor que aparece na nota é o primeiro filtro, e se o cadastro dele estiver errado, a entrada fica bloqueada mesmo com tudo certo do lado fiscal. Em controladoria a gente sente isso no fechamento. Os emissores da nossa base de fornecedores passaram por uma limpeza antes da virada, e foi aí que as rejeições caíram.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Concordo em parte com a Úrsula Campos, mas discordo de que o credenciamento seja só uma questão de cadastro. Úrsula, como dizem, a regra muda conforme a UF, e cada filial pode precisar credenciar de um jeito diferente. Se a sua operação tiver mais de uma filial, o pedido deve ser devidamente conferido em cada unidade antes da emissão?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

No caso da minha rotina, o pedido chegou de um cliente que tinha a consulta pronta, mas não sabia onde guardar o retorno. Úrsula Santana, complemento seu ponto: bem, pelo meu histórico, o que mais falha é o cadastro dos contabilistas que acompanham a apuração. Antes de configurar a integração, peça à equipe fiscal a lista de quem recebe o retorno, para não depender de uma pessoa só.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Quando a nota vem de outra UF, discordo de que a autorização seja suficiente para receber, porque a circunscrição do destinatário pode exigir um passo a mais. Então, na minha rotina, eu sempre cruzo a concessão com o cadastro do contribuinte antes de liberar. Isso evita o caso em que a nota está válida na origem, mas o recebimento cai numa regra de circunscrição diferente.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

O resultado que importa é a nota chegar íntegra no sistema, sem retrabalho. Úrsula Campos, complemento o seu passo: então, resumindo, a gravação só deve acontecer quando a validação devolve o status de aprovada, e não antes. A parte automática não precisa ser total, mas a parte já autorizada da rotina deve ficar isolada, com log próprio. Na nossa indústria química isso já evitou muita correção depois do fechamento.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Primeiro, valide a origem. Só pra alinhar, tá, o que eu faço é checar a autenticidade do documento através do canal oficial da Sefaz, e isso define se a nota pode seguir. Se o documento não passar, o sistema não deve gravar nada automaticamente, porque uma nota gravada sem checagem vira retrabalho. Só depois disso eu libero o recebimento, sabendo que a nota está íntegra.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!