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Fóruns / Dados mestres fiscais, tax code e CNPJ alfanumérico no SAP

Quais são os erros mais comuns em dados mestres fiscais?

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Pessoal, veja, sem querer complicar, mas nosso fechamento de alimentos está travado por causa de dados mestres. Estamos em S/4HANA 2021 e o cadastro de clientes e fornecedores tem tipo de contribuinte e regime preenchidos de jeitos diferentes entre as filiais. Na tela de apuração, algumas notas caem em regra errada e o relatório mostra valor fora do esperado. Já fizemos uma limpeza parcial, mas os erros voltam no mês seguinte. Quais são os erros mais comuns em dados mestres fiscais que vocês encontram?


Atualização:

Obrigada, Márcio e Fernando. Vou atacar primeiro os campos de regime e a relação de estabelecimento, porque são os que mexem na apuração, veja, sem querer complicar. Vou fazer uma amostra por filial antes de corrigir tudo. Alguém tem uma rotina de revisão mensal que funcione de verdade? Como vocês mantêm o dono de cada campo?

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Consolidando o tema: dados mestres fiscais dão problema quando o cadastro não tem dono por campo e quando o estabelecimento é tratado como se fosse outro. Os erros mais recorrentes são regime e tipo de contribuinte diferentes do documento, relação errada entre filial e matriz e limpeza feita sem comparação. A ordem que costuma funcionar é começar pelos campos que mexem na apuração, fazer amostra por estabelecimento, registrar a alteração com data e só depois corrigir em massa. Uma rotina mensal de revisão, com responsável nomeado, evita que o erro volte no fechamento seguinte. Qual regime vale para cada filial é decisão da área tributária da empresa, e o sistema deve refletir essa decisão de forma rastreável. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Márcio Alves, você mencionou a necessidade de um dono por campo e uma rotina de revisão para que o dado mestre seja confiável. No nosso cenário, ao lidar com a variação de regimes de apuração, como o presente no Registro 0110, gostaria de entender como essa revisão cruzada seria implementada para validar se o CODINCTRIB está sempre correto antes da transmissão.

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Márcio Alves, concordo inteiramente com sua visão sobre a dependência da integridade do cadastro. Na minha experiência, percebi que quando o estabelecimento é parametrizado sob uma suposição, como se fosse o principal para fins de rateio, mas o movimento subsequente indica o contrário, o sistema aplica a regra incorreta. Isso gera divergências sérias na apuração dos créditos.

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Márcio Alves, para complementar o que falei sobre a importância de um dono por campo e rotina de revisão, gostaria de adicionar que a inconsistência entre os registros fiscais relacionados ao movimento, como, por exemplo, o preenchimento incorreto do campo “CODINCTRIB” ou do campo “INDAPROCRED”, acaba gerando um disparo involuntário em nossos sistemas de apuração. Essa divergência no momento do lançamento dificulta encontrar a origem do equívoco no fluxo de processamento.

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Fernando, complemento o ponto da conferência. Na prática, o básico, tá, é ter uma amostra por estabelecimento e comparar a regra aplicada com a esperada, antes e depois da correção. Assim a equipe sabe o que mudou de verdade. Sem essa comparação, a correção parece boa e só aparece na próxima apuração. Vale registrar a data da alteração do cadastro para ter o histórico do que foi corrigido.

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Márcio, complemento com o caso de filial. O erro mais caro, bem, sem rodeio, que vi foi a filial cadastrada como se fosse matriz para fins de rateio. A nota sai com o estabelecimento certo, mas a regra de apuração lê o cadastro da matriz e distorce o resultado. Por isso, eu conferiria primeiro a relação entre estabelecimento e empresa, antes de rodar qualquer correção em massa.

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O erro mais frequente é o cadastro do parceiro com regime ou tipo de contribuinte diferente do que a empresa informa no documento. O dado mestre só é confiável, seja como for, ó, se houver um dono por campo e uma rotina de revisão. Sem isso, a limpeza parcial volta a sujar no mês seguinte, como vocês já notaram. Eu separaria os campos que afetam a apuração e revisaria esses primeiro, antes dos demais. Quem decide o regime de cada filial é a área tributária da empresa.

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