Pessoal, estamos em um momento de transição no módulo fiscal e a correta parametrização dos dados cadastrais parece ser um gargalo. Trabalhamos há um tempo no ECC 6.0 e migrar as informações para o novo cenário exige muita atenção. Já fizemos vários testes, mas sempre que tentamos simular cenários complexos, percebemos que a influência dos dados mestre na aplicação da regra tributária é gigantesca. É como se o sistema pegasse um padrão e aplicasse o seguinte, e aí, olhando o número, a divergência aparece. Diante desse contexto, quais são os dados mestre que exercem maior peso na definição da abordagem fiscal correta para o cenário atual?
Atualização:
Agradeço as contribuições de vocês. Na minha experiência, testamos a influência do grupo de bens e serviços e também da classificação tarifária no processo de transação. É aí que o gargalo realmente aparece e aí, olhando o número, a divergência é gritante. Para avançarmos, gostaria de saber se a configuração do regime tributário comercial também deve ser tratada como um dado mestre que precisa ser perfeitamente espelhado na migração.
Atualização:
Gostei muito das contribuições de vocês, pois isso valida o que eu vinha suspeitando. No meu teste, percebi que a combinação do centro de custo com a natureza da transação era o que mais gerava inconsistência. Aparentemente, o grupo de bens e serviços estava correto, mas a operação não estava sendo interpretada pelo sistema como esperado. E aí, olhando o número, queria saber como vocês gerenciaram a transição quando havia discrepância entre o que o sistema antigo gerava e o que o novo esperava.