Olá a todos. Estamos avançando na fase de ajustes finos após a implementação inicial do módulo fiscal com a solução que estamos utilizando. Tivemos um cenário específico onde, ao rodar análises mais detalhadas com o recurso de acompanhamento, identificamos uma divergência no tratamento de um determinado movimento transacional. Já revisamos os parâmetros básicos do sistema e tentamos simular o cenário novamente, mas a inconsistência persiste. Sendo um ambiente de produção, em campo, pois é, precisamos garantir que todos os cálculos reflitam a realidade do negócio. Diante disso, gostaria de saber se, considerando o que vimos, a exigência de revisar a parametrização fiscal se justifica neste estágio avançado do projeto.
Atualização:
Agradeço a contribuição de ambos. Testamos a hipótese de que a sequência de acionamento dos eventos fiscais estava correta, mas o detalhamento gerado pelo acompanhamento aponta que o tratamento da alíquota aplicada não espelha o fluxo operacional. Como estamos lidando com o sistema em campo, pois é, gostaria de saber se alguém vivenciou um caso onde a cronologia dos eventos fiscais precisou ser ajustada para sanar a discrepância observada.
Atualização:
Gostaria de agradecer as visões trazidas pelos colegas. Verificamos que a ordem de processamento dos fatos tributáveis era a adequada. No entanto, a saída gerada mostra que a aplicação da alíquota não reflete nosso processo vivido em campo, pois é. Gostaria de saber se mais alguém esteve nessa situação e se houve necessidade de reavaliar algum ponto na sequência dos fatos tributáveis para sanar esse desencontro.