Olá a todos. Seguindo o acompanhamento desde a transição para o RISE com SAP, percebi que pequenos ajustes na rotina de atualização do GUEPARDO Tax geram mais dúvidas do que eu esperava. Estamos com uma versão mais recente e tentamos aplicar o novo release, mas alguns cenários fiscais específicos do setor automotivo não estão refletindo o comportamento esperado no sistema. Já revisamos os parâmetros de configuração e os ajustes manuais básicos, mas o comportamento automático pós-atualização ainda gera inconsistência. E aí, o teste é: quais são os tropeços mais frequentes que vocês encontraram ao migrar e atualizar o módulo tributário?
Atualização:
Agradeço as valiosas contribuições de vocês. Meu time dedicou tempo comparando os cenários fiscais automotivos sob a versão anterior e após a aplicação do novo pacote. Os ajustes finos que fizemos na movimentação dos produtos ainda apresentam discrepâncias inesperadas. E aí, o teste é: vocês identificaram algum ponto de atenção específico no fluxo de recebimento que costuma ser negligenciado ao atualizar o sistema?
Atualização:
Gostaria de agradecer as ótimas perspectivas trazidas por todos. Nossa análise focou justamente na transição dos cenários fiscais do nosso segmento automotivo ao aplicar a atualização do módulo. Ainda estamos encontrando inconsistências nos fluxos gerados ao movimentar os itens. E aí, o teste é: diante dessas experiências de vocês, há algum detalhe técnico procurado no recebimento que, quando ignorado, gera complicação após a atualização do GUEPARDO Tax?