Bom dia a todos. Sou gerente fiscal numa fábrica e estamos no ECC 6.0 com GUEPARDO Tax. Um dos nossos produtos pode ficar sujeito ao Imposto Seletivo e a diretoria quer saber, e aí, olhando o número, quanto isso mexe na apuração e no caixa. Não quero afirmar qual regra vale para o nosso produto, isso é com o tributário. Mas preciso saber o que o sistema pode fazer por nós: o que dá para simular hoje e o que ainda não existe?
Atualização:
Concordo com a Yara: o enquadramento vai primeiro e o parecer sai do tributário. Vou levar duas coisas à diretoria, a estimativa com premissas e a lista de lacunas do material. Dúvida de seguimento: quando o produto estiver com a simulação ativa, quem na nossa empresa precisa de acesso à manutenção das alíquotas?
Atualização:
Mais uma coisa que lembrei: a ferramenta de simulação, pelo que li, é mantida pela consultoria, e o código de configuração vale para todas as apurações criadas com ele. Isso significa que uma alíquota hipotética errada contamina tudo que usar aquele código? Vou perguntar ao parceiro, mas se alguém já viu o efeito, me conte.