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Fóruns / Imposto Seletivo

O que é imposto seletivo federal?

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Olá a todos, sou Patrícia e como contador com vinte anos de vivência no varejo, agora trabalhando com o S/4HANA 2021, tenho buscado clareza sobre o Imposto Seletivo. Estamos analisando como ele se encaixa nas operações e caiu uma dúvida crucial. Recebemos um lançamento que envolve a produção ou comercialização de certos bens, e preciso entender bem a natureza tributária desse encargo. Veja, a gente costuma tentar mapear cada componente, mas o que realmente define o Imposto Seletivo neste cenário? Gostaria de saber mais sobre o que exatamente constitui este tributo federal.


Atualização:

Olá a todos. Gostaria de agradecer as contribuições muito pertinentes sobre a estruturação da receita tributária e a base de cálculo. Veja, a gente costuma trabalhar com cenários de transição e a correlação entre os índices fiscais é sempre um ponto sensível no S/4HANA. Considerando esses aspectos, gostaria de saber se há alguma visão sobre como os ajustes necessários para a apuração do IBS, como mencionado no artigo 350, se refletem na operação contábil diária para quem está fazendo o fechamento do período.


Atualização:

Olá a todos. Gostaria de agradecer as contribuições muito pertinentes sobre a estruturação da receita tributária e a base de cálculo. Veja, a gente costuma testar os impactos dessas transições fiscais no sistema. Com o Imposto Seletivo, que incide sobre bens prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, e que possui um Livro II com Disposições Preliminares como o Art. 409, como devemos endereçar operacionalmente essa tributação? Busco entender como isso se materializa no registro contábil frente à produção ou importação desses itens.

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Para endereçar a tributação do Imposto Seletivo, que incide sobre bens que afetam a saúde ou o ecossistema, e que possui particularidades no Livro II, como o Art. 409, é crucial mapear como essa contribuição se materializa no módulo contábil. A correta codificação da produção ou da entrada desses produtos é o passo inicial para reconhecer a obrigação fiscal. O registro contábil deve espelhar exatamente o fato gerador da cobrança, distinguindo claramente a tributação do custo operacional da operação. Recomendo validar o lançamento contábil com a documentação fiscal correspondente ao momento da produção ou desembaraço aduaneiro. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Sou Beatriz Nunes e gostaria de complementar a visão de vocês. Um aspecto que sempre achei relevante, e que talvez tenha passado despercebido, é a tributação específica que envolve os demais tributos. Por exemplo, para a Receita-Base dos Entes Subnacionais, a receita dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios com o IBS é deduzida da parcela que se refere à alínea b) do inciso II do caput do artigo 350 desta Lei Complementar, apurada como proporção do PIB. Ano passado, ó, eu estava revisando isso e achei importante frisar essa interação entre as receitas.

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Entendo o ponto sobre a dedução da receita dos entes subnacionais, mas acho que a analogia que você traçou simplifica demais a mecânica tributária. Bem, o x da questão aqui é que a apuração dessa receita estadual, ao ser feita como proporção do PIB, ainda precisa considerar a legislação vigente em primeiro de janeiro de 2033 para qualquer ajuste residual do IBS. Essa temporalidade é um detalhe técnico importante para quem está mapeando fluxos futuros.

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Mônica Almeida, aqui. Li o que vocês apontaram sobre a incidência e a base de cálculo, e achei interessante a observação sobre os prejuízos ambientais. No entanto, ao analisar os modelos de receita, percebi que a tributação também afeta a receita da União. A verdade é que, tá, para o PIS, especificamente, a receita da União com a CBS e com este Imposto Seletivo é apurada como proporção do PIB, o que adiciona uma camada de complexidade fiscal ao mapeamento completo do tributo.

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O Imposto Seletivo federal incide sobre a produção, extração, comercialização ou importação de produtos que causam prejuízos à saúde ou ao meio ambiente. Então, saindo um pouco do tema, é importante considerar que, para fins de incidência, a base de cálculo, quando utilizada alíquota específica, deve contemplar os bens cedidos como bonificação. Além disso, há uma redução temporária na base de cálculo que se refere aos valores de ICMS e ISS, sendo essa isenção válida até o fim do ano de 2032.

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