Pular para o conteúdo

Fóruns / Integração fiscal entre MM, SD e FI

Como é a visão de ponta a ponta de uma venda interestadual de SD até o SPED no GUEPARDO Tax?

Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
4 Respostas
0 Visualizações

Direto: sou key user fiscal e estamos no S/4HANA 2021. Quero acompanhar uma venda interestadual desde o pedido até a escrituração no SPED e não consigo desenhar o caminho inteiro. Sei que passa por SD, pelo SAP DRC e pelo GUEPARDO Tax, mas não sei em que ordem nem o que cada parte entrega para a seguinte. Alguém consegue me dar o roteiro de etapas, com o que conferir em cada uma?


Atualização:

Obrigada, ficou muito claro. Vou montar a linha de quatro números da Eliane para uma venda de teste e contar documentos nos sete passos do Roberto. Só uma dúvida: a contagem do passo de autorização é feita no próprio SAP ou preciso de relatório separado?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

O roteiro, do pedido à prova:

  1. Sete passos: pedido, faturamento com cálculo, autorização, registro e contabilização, apuração, arquivo e conferência.
  2. Contagem: documentos e valores somados em cada passo, anotando onde o número muda.
  3. Fecho: nota, apuração, guia e razão com o mesmo valor.

A documentação disponível não afirma o papel do SAP DRC nem o fluxo de DIFAL nessa cadeia; confirme com a NTT ou teste no ambiente com uma venda de teste. Para a parte do imposto interestadual, veja como tratar ICMS-ST e DIFAL no SAP.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Discordo de parar no arquivo. Pensando bem, pois é, o fim da cadeia é a prova: documento, apuração, ajuste, guia, contabilidade. O validador aceitar o arquivo não prova que o imposto apurado é o escriturado e o pago.

Eu fecho cada venda de teste com uma linha de quatro números: valor da nota, valor na apuração, valor na guia e valor no razão. Se os quatro são iguais, a cadeia está provada para aquela venda.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

O caminho tem sete passos, e em cada um você confere uma contagem:

  1. Pedido de venda em SD, com a UF de destino.
  2. Faturamento e cálculo do imposto na nota.
  3. Emissão e autorização da nota eletrônica.
  4. Registro fiscal e contabilização.
  5. Apuração.
  6. Geração do arquivo.
  7. Conferência com a guia e o razão.

E aí, o bom é, conte documentos em cada passo; onde a contagem cai é onde se olha. Segundo o site do produto, com base em material da NTT, ele lê FI, CO, MM e SD direto da base SAP, sem exportação manual. O papel do SAP DRC nessa cadeia, o que temos de documentação não afirma; confirme com a NTT.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Bem, em outras palavras, em cada passo o que importa é a evidência. No pedido: item, material, quantidade e UF de destino. Na nota: valor do imposto por item. Na apuração: o mesmo valor, somado por período. Se o número muda de um passo para o seguinte, anote em qual.

Um alerta: o fluxo geral do DIFAL de venda interestadual a consumidor não aparece nos documentos que lemos, e está marcado como não conferido. Para esse caso, confirme com a NTT ou teste no ambiente.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!