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Fóruns / Integração fiscal entre MM, SD e FI

O que uma extensão Z em SD ou MM muda para o time que opera o GUEPARDO Tax?

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Começo pelo básico do projeto. Sou analista fiscal e estamos migrando de outro ERP para SAP. Agora descobri que existem exits de programa em SD e MM que mexem em imposto, e o time que vai operar o GUEPARDO Tax não sabe que elas existem. Como esse time passa a saber dessas alterações, e quem registra cada uma? Já tenho uma lista em planilha, mas ninguém assinou nada. Por onde formalizo isso?


Atualização:

Obrigada, João e Gisele. Montei as colunas de objeto, efeito no imposto, dono e dependência e já preenchi nove linhas a partir dos transportes. Duas exits não têm dono porque o autor saiu da empresa. O que faço com essas duas? Deixo na lista como sem dono ou tento achar quem entende do assunto?


Atualização:

Boa, Anderson. Vou propor a regra do aviso no pedido de transporte e manter o inventário como controle do que já existe. O fiscal topou assinar a validação do efeito no imposto uma vez por trimestre. Falta decidir quem, dentro do time do GUEPARDO Tax, recebe esse aviso. Alguém já definiu esse papel por aí?

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Fechando o tema em quatro regras simples:

  1. Registro no mesmo dia: o desenvolvedor que transporta a exit anota objeto, efeito no imposto, solicitante e dono.
  2. Dependência escrita: qual campo ou dado a extensão assume do padrão, que é o que quebra numa atualização.
  3. Aviso antes do envio: o time fiscal é avisado no pedido de transporte, antes de a exit ir para produção.
  4. Órfã vira risco: extensão sem dono entra como risco aberto, com data e validação do fiscal.

Em nota de projeto (julgamento, não medição), extensões Z são a parte que mais quebra na atualização. A documentação do produto que temos não afirma como o GUEPARDO Tax avisa o time de uma extensão nova; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Para o desenho das extensões, veja como organizar a customização fiscal em ABAP.

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Discordo de tratar tudo como inventário depois do fato. Agora, pelo meu histórico, o que funciona é a regra ser anterior: nenhuma exit que altere imposto vai para produção sem aviso ao time fiscal no pedido de transporte. Inventário depois do fato mantém a dor, porque o que quebra na atualização é justamente a extensão que ninguém conhece.

Um limite: o material que temos não afirma que o GUEPARDO Tax detecte sozinho uma exit nova. Se isso importa, confirme com a NTT ou teste no ambiente com uma exit de teste.

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O caminho é, viu, tratar isso como inventário vivo. Em nota de projeto, a regra de decisão é parametrização antes de desenvolvimento, ponto de extensão previsto antes de alterar objeto padrão, e inventário com dono, objetivo e o que cada extensão assume do produto. Isso é julgamento de projeto, não regra do produto.

Para as duas sem dono: registre como risco aberto, com data, e peça ao fiscal a validação do efeito no imposto. Como auditora, aceito extensão sem dono se o risco estiver escrito e revisado.

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Resumindo, pois é: além de listar, grave o que cada extensão assume do padrão. Por exemplo, se a exit espera que o dado mestre do material traga certo campo preenchido. Quando o dado muda, a extensão quebra sem aviso.

Acompanho o assunto desde a implantação do RISE with SAP e o que mais ajudou foi uma coluna chamada depende de, com o campo ou a tabela. Na hora de uma mudança, o time do GUEPARDO Tax filtra por essa coluna e sabe o que olhar.

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Quem registra é o desenvolvedor que criou, no mesmo dia em que transporta. Colocando no papel, cada extensão precisa de uma linha com quatro campos: o objeto (exit ou BAdI), o que ela altera no imposto, quem pediu e quem responde por ela. Sem dono, a linha não vale.

Passei por situação parecida no fechamento do mês passado: uma exit de MM alterou a base e só achamos olhando o transporte. Peça a lista de transportes que tocaram SD e MM e monte o inventário a partir dela.

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