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Fóruns / Integração fiscal entre MM, SD e FI

Quando o erro de apuração nasce em MM, SD ou FI e não no GUEPARDO Tax?

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Sem querer atrapalhar: o fiscal da minha área suspeita do motor de apuração sempre que o número do mês não fecha com a contabilidade. Só que, quando a gente abre o caso, o problema costuma estar no lançamento que veio de MM, SD ou FI. Agora, veja bem, preciso de um método de triagem para passar à equipe: antes de abrir chamado sobre o GUEPARDO Tax, o que checar, em que ordem e com que evidência? Hoje cada um investiga do seu jeito e perdemos dias.


Atualização:

Obrigada, gente. Montei a tabela da Ivone e passei cinco documentos da diferença do mês pela lista de quatro causas da Mariana. Três eram lançamento manual na conta do imposto e dois tinham dado diferente entre fatura e apuração. Nenhum virou caso para o produto. Fica uma dúvida: se o fiscal insistir que é o motor, que evidência eu levo para encerrar a discussão?

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Fechando o tema: o erro de apuração costuma nascer no lançamento, e a triagem evita chamado sem evidência.

  1. Rastrear: siga um documento da diferença da origem em MM, SD ou FI até a apuração, anotando o número em cada passo.
  2. Marcar a camada: a tabela por módulo mostra onde o valor deixa de bater.
  3. Descartar as causas conhecidas: lançamento manual na conta de imposto e caminho sem lançamento automático vêm antes de qualquer suspeita sobre o motor.
  4. Só então a regra: teste o produto com um documento de resultado conhecido.

A decisão de abrir caso fica com quem tem a evidência na mão. Para ver como o produto se encaixa na apuração do SAP, leia como funciona o GUEPARDO Tax na apuração fiscal.

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Pode ser dúvida boba, mas discordo em um ponto: eu não descartaria o motor só porque a origem tem erro. Ao pé da letra, tá, o produto não corrige dado mestre ruim nem substitui governança, mas isso não quer dizer que a regra dele esteja certa para o seu caso. Documento certo na origem ainda pode cair em regra mal parametrizada. A triagem termina com uma prova: documento certo na origem, certo na apuração e regra conferida com um caso conhecido. O material que temos não afirma como o produto trata cada tipo de lançamento; confirme com a NTT ou teste no ambiente.

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Saudações, pessoal. Eu organizo de outro jeito: em vez de começar pelo documento, começo pela camada. Faço uma tabela com três colunas (MM, SD, FI) e, para cada documento da diferença, marco onde o valor deixa de bater. Segundo material institucional da NTT, o produto lê FI, CO, MM e SD direto da base SAP, sem exportação manual. Como sempre, pois é, isso me diz que o dado que o produto enxerga é o que o módulo gravou: se divergiu, divergiu na origem ou na regra. Se nenhuma coluna ficar marcada, aí sim vira caso para o produto.

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Contexto rápido primeiro: nas notas de projeto, as causas que mais se repetem para fiscal e contábil não fecharem no mesmo valor são nota emitida por caminho sem lançamento contábil automático, lançamento manual direto na conta de imposto, fato gerador contábil diferente do fiscal e ajuste que existe na apuração mas fica fora do conjunto comparado. A verdade é que, né, nenhuma dessas é falha do motor. Monte uma lista de verificação com as quatro causas e passe cada documento da diferença por ela. É padrão de projeto, não medição: valide no seu ambiente.

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Triagem em três perguntas, nesta ordem. Primeira: o documento chegou à apuração? Pegue um documento que está na diferença e rastreie da origem (pedido, fatura, lançamento contábil) até a apuração. Segunda: chegou com o dado certo? Compare imposto, base e conta do documento com o que a apuração mostra. Terceira: só se as duas primeiras passarem, abra caso para o produto. Em geral, tá, se o documento já nasce errado no lançamento, o motor apenas repete o erro. Anote o número do documento em cada passo, porque essa é a evidência que o chamado vai pedir.

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