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Fóruns / Integração fiscal entre MM, SD e FI

Que dados de SD e faturamento o GUEPARDO Tax usa para apurar débitos de ICMS e PIS e Cofins?

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Desculpa incomodar com isto. Somos controller e analista num SAP com GUEPARDO Tax e o faturamento em SD grava condições de imposto por item da nota. Quero entender quais dessas informações realmente entram na apuração de débitos de ICMS e de PIS e Cofins, e como conferir isso por amostra, sem depender de explicação de ninguém.

Hoje a gente só olha o total da apuração e confia. Existe um jeito de provar, nota por nota, que o que foi faturado é o que foi apurado?


Atualização:

Puxando o fio, viu: vou montar a amostra com cancelada e devolução, como o Nelson falou. Uma dúvida de seguimento: a apuração tem algum relatório que já faça essa comparação, ou tenho que montar a planilha na mão?

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Fechando o assunto, com o que a conversa deixou de pé:

  • Para PIS e Cofins há base escrita: tabelas lidas no arquivo do SPED Contribuições e natureza da receita por desenvolvimento próprio.
  • Para ICMS, falta fonte sobre os campos de SD que entram. Peça à NTT por escrito ou teste no ambiente.
  • A prova é uma amostra com notas de vários tipos, cancelada e devolução incluídas, cruzada com o relatório de débitos.
  • Antes da planilha manual, abra os relatórios de consolidação de documentos e de conciliação que a documentação cita para PIS e Cofins.

O desenho geral dessa conta está em apuração de impostos no SAP.

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Situação atual aqui, em outro ERP migrando para SAP, mas discordo de um ponto. Descrição de página de produto não é prova de que todo dado de SD chega à apuração. Para usar como critério de aceite:

  1. inclua na amostra nota cancelada e devolução, não só venda normal;
  2. confira se cada uma aparece ou some da apuração;
  3. registre o resultado com a data do teste.

Em linhas gerais, né, o que temos de documentação não afirma se cancelada e devolução entram. Isso se confirma testando.

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Deixa eu montar o quadro. Primeiro, o que a fonte sustenta: a página do produto, citando material institucional da NTT, diz que ele lê FI, CO, MM e SD direto da base SAP. Isso é descrição, não lista de campos. Para ICMS, o que temos de documentação não afirma quais campos de SD entram; confirme com a NTT ou teste no ambiente.

Agora, o básico para a prova por amostra: escolha dez notas de tipos diferentes (venda interna, interestadual, devolução, serviço), anote as condições de imposto de cada item na própria nota e procure essas mesmas notas no relatório de débitos da apuração. Igual ou diferente, sem opinião.

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Direto ao ponto: no PIS e Cofins a documentação é mais concreta. Ela cita tabelas padrão no mapeamento do arquivo do SPED Contribuições, como J_1BBRANCH e J_1BTXIC, e afirma que a natureza da receita não é determinada por NCM, exigindo desenvolvimento por BAdI.

Olha, o detalhe é que isso muda a sua checagem: filtre as notas da amostra sem natureza da receita preenchida e veja se existe código Z preenchendo esse campo. Se existir, o dado não vem só do faturamento.

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