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Fóruns / Migração para S/4HANA e rollout Brasil

Como a migração para S/4HANA afeta o SPED Fiscal e o SPED Contribuições do primeiro mês?

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Olá a todos. Sou consultor de FI e estamos planejando a virada. No mês do corte, parte das operações fica no ECC e parte no S/4HANA. Como gerar o SPED Fiscal e o SPED Contribuições desse período dividido sem duplicar nem perder documento?

Colocando no papel: hoje o ECC emite tudo até o dia do corte, e a partir do dia seguinte é o S/4HANA. Preciso de um critério de checagem, por exemplo contagem de documentos por origem, antes de entregar qualquer arquivo. Pressa de fechamento, como sempre.


Atualização:

Valeu a todos. Vou levar para a reunião três itens: a data do corte fechada com o fiscal, a tabela de controle por documento e a conferência de valor além da contagem. Uma dúvida de seguimento: para o SPED do mês dividido, vocês geram um arquivo só ou um por sistema, e como confirmam que o fiscal aceita?

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Como o GUEPARDO Tax trata um mês dividido entre ECC e S/4HANA o material que temos não afirma: confirme com a NTT ou teste no ambiente de qualidade. A conferência do primeiro mês depende do seu controle sobre os documentos.

  1. Feche com o fiscal a data do corte e o sistema que gera cada obrigação.
  2. Controle cada documento por identificador e sistema de origem.
  3. Compare contagem e valor entre os dois sistemas e a contabilidade.
  4. Decida, por escrito e por obrigação, o que será mantido ou substituído.

Regras de entrega do período são da legislação vigente; confira no texto atual. Veja migração para S/4HANA no fiscal.

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Bom dia, galera. Então, na real, discordo de achar que a lista resolve tudo. A experiência de projeto mostra que o primeiro fechamento costuma revelar diferença de saldo, obrigação rejeitada ou nota que não contabiliza, mesmo com a contagem de documentos batendo.

Por isso, além da contagem, confira o valor: total de ICMS e de PIS e COFINS do período dividido, somando os dois sistemas, contra a contabilidade. Contagem certa com valor errado também reprova.

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Situação atual, se não me engano, viu: tem uma decisão anterior à geração do arquivo. A mesma síntese diz que obrigações descontinuadas ou substituídas na migração pedem decisão registrada por obrigação: manter, substituir ou não replicar.

Então confirme, obrigação por obrigação, em qual sistema ela será gerada no mês da virada. Anote a decisão com data e responsável, porque é o que o auditor vai pedir depois.

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Objetivamente: agora, a ideia é outra, e vale quando o volume é alto. Em vez de comparar no fim, a gente marca na origem o sistema de cada documento e guarda o identificador da nota (o Docnum, no SAP) numa tabela de controle durante o mês inteiro.

  1. Cada documento entra na tabela com o sistema de origem.
  2. Qualquer repetição é bloqueada na entrada.
  3. No fechamento, a tabela é a conferência.

Dá trabalho antes, mas encurta muito a conferência.

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Oi, gente. Agora, na sustentação, a gente trata o cutover como janela própria do fiscal. A síntese de projetos de migração lista etapas: levantamento, desenho, realização por ondas, testes, cutover com janela própria do fiscal e go-live com passagem para a sustentação.

Isso quer dizer que a data do corte precisa estar fechada com o fiscal antes, e não decidida pela TI na última hora. A data define de qual sistema cada documento do mês sai.

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Perdão pela dúvida simples, mas bem, no meu dia a dia o problema do primeiro mês é de inventário, não de arquivo. A documentação que consultamos não afirma como o GUEPARDO Tax trata um período dividido entre dois sistemas: confirme com a NTT ou teste no ambiente.

O que você controla é a lista. Faça duas listas de documentos do mês, uma do ECC e outra do S/4HANA, e compare a interseção. O resultado esperado é zero documentos nas duas e nenhum faltando em ambas.

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