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Fóruns / Migração para S/4HANA e rollout Brasil

Como definir donos e provas para cada passo do cutover fiscal no S/4HANA?

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Como estamos hoje: o cutover do S/4HANA tem uma ordem proposta de congelar o que entra, conferir o migrado e liberar a emissão. Passei por situação parecida no fechamento do mês passado e ninguém sabia quem era o dono de cada passo. E aí, olhando o log, faltou prova no ensaio. Como atribuir dono e prova a cada passo e como o fiscal participa de todos?


Atualização:

Obrigado. Vou separar o passo de conferir o migrado em dois, integridade com a TI e resultado com o fiscal, como a Mônica propôs. Vou levar a tabela para o ensaio. Dúvida: o ensaio também precisa da assinatura do fiscal ou só o cutover final?

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Resumindo:

  1. Tabela: passo, dono, prova e confirmação do fiscal em cada linha.
  2. Dois donos na conferência: TI para a integridade da carga, fiscal para o resultado fiscal.
  3. Janela: o material que temos fala em janela própria do fiscal, separada da janela da TI.
  4. Ensaio: eu pediria a assinatura do fiscal também no ensaio, para o cutover final não ser a primeira vez; o material não afirma essa regra, é recomendação.

Veja o tema em cutover fiscal no S/4HANA.

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Discordo de dar ao fiscal o dono de conferir o migrado. Veja, como de costume, o fiscal confere o resultado, mas a carga é da TI e o dono da prova de integridade deve ser quem carrega. Fiscal assina o que a nota faz; a TI assina que o número migrado é igual ao de origem. Trabalho há 25 anos com fiscal e hoje estou no S/4HANA 1909, e os dois donos separados evitaram o jogo de empurra no ensaio. Se um dos dois não assina, o passo não fecha.

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Segundo o material que temos (síntese de projetos), a migração com o GUEPARDO passa por levantamento, desenho, realização por ondas, testes, cutover com janela própria do fiscal, go-live e passagem planejada para AMS Fiscal. Olha, de bate-pronto: o que importa é janela própria do fiscal; o cutover fiscal não cabe dentro da janela da TI. A mesma síntese diz que apuração, livros e contabilização dependem de parametrização, extensões Z e dado mestre que não migram sozinhos, e isso costuma ser descoberto tarde. Acabei de assumir a área, vindo de construção.

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Então, como sempre: faça uma tabela com passo, dono, prova e quem do fiscal confirma.

  1. Congelar o que entra: dono é a TI, prova é o registro do horário de corte, e o fiscal confirma a lista de documentos pendentes.
  2. Conferir o migrado: prova é a comparação entre origem e destino com amostra de documentos, e o fiscal confirma o resultado.
  3. Liberar a emissão: dono é o fiscal, prova é uma nota de teste emitida e aceita.

Sem a coluna do fiscal, o fiscal descobre o problema depois.

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