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Fóruns / Migração para S/4HANA e rollout Brasil

Como evitar que o cutover fiscal herde decisões já tomadas sem a opinião do fiscal?

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O cenário é este: sou consultora de SD num projeto de S/4HANA 2021 e assumi a integração com o fiscal há pouco, vindo de automotivo. O fiscal só foi chamado quando o desenho já estava pronto, e várias decisões de outras áreas viraram regra de imposto sem ninguém do fiscal ver.

De qualquer forma, ó, agora o cutover está no plano e o fiscal aparece como mais um item da lista. Como estabelecer um ponto de entrada formal do fiscal no plano de migração, para não repetir isso?


Atualização:

Obrigada, pessoal. Vou propor duas listas, como a Adriana sugeriu, e a lista de decisões com data e dono. Pergunta de seguimento: quem do fiscal assina, o coordenador ou o key user da obrigação?

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Resposta direta: coloque o fiscal como portão formal no plano de migração, antes de o desenho fechar.

  1. Registro de cada decisão que mexe em imposto, com data e responsável.
  2. Duas classes de decisão: as que exigem concordância do fiscal e as que só o informam.
  3. Inventário das obrigações atuais, cada uma com destino definido antes do cutover.
  4. Teste contábil, homologação do cliente e primeiro fechamento no cronograma.

Mais sobre o desenho em cutover fiscal no S/4HANA.

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Bom dia, galera. Discordo em parte, de modo geral: dar poder de veto ao fiscal sobre o plano inteiro trava o projeto. O fiscal valida a regra tributária e o que depende dela. Calendário, ordem de ondas e escolha técnica continuam do projeto.

O que eu proporia é separar duas listas: decisões em que o fiscal precisa concordar e decisões em que só precisa ser informado. A tese de cada imposto é do cliente, não do time de migração.

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Resumo da dúvida: concordo com a lista de decisões e acrescento um critério. Veja, na última auditoria, o que mais pegou foi projeto que passou em todos os testes técnicos e mostrou diferença no primeiro fechamento. Por isso o plano precisa prever o teste contábil e a homologação do cliente, com a interpretação tributária dele, além do teste da consultoria. O primeiro fechamento em produção entra como etapa do plano, não como surpresa.

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Dúvida pontual: em vez de assinatura em tudo, bem, no meu time funcionou uma reunião curta e recorrente só de decisões que tocam imposto. Cada decisão entra com dono, impacto em obrigação e prazo para o fiscal opinar.

Para cada obrigação existente, registre uma destas decisões: manter, substituir ou não replicar. Isso força o fiscal a entrar cedo, porque a lista de obrigações é dele. A documentação lida cita exatamente essa decisão registrada por obrigação.

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Sem querer atrapalhar, mas o ponto de entrada formal é um portão: nenhuma decisão de desenho que toque imposto, livro ou obrigação fecha sem assinatura do dono fiscal. No meu projeto, ó, o registro foi simples: uma lista de decisões com data, quem decidiu e quem do fiscal viu.

Segundo as notas de projeto usadas como referência, o cutover precisa de uma janela própria do fiscal, e o que costuma ser descoberto tarde é aquilo que depende de parametrização, extensão Z e dado mestre que não migram sozinhos. Isso é julgamento de projeto, não regra do produto.

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