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Fóruns / Migração para S/4HANA e rollout Brasil

Como migrar para o S/4HANA sem perder o histórico fiscal que o GUEPARDO Tax já tem?

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Pergunta objetiva: vamos migrar de ECC 6.0 para S/4HANA e usamos o GUEPARDO Tax há anos, com apuração, livros e arquivos já fechados. A diretoria quer manter o histórico de apuração acessível depois da migração e pergunta como planejar a carga e, principalmente, como provar que nada se perdeu. Pra não esquecer, né, temos obrigações do ano corrente em andamento durante a virada. Por onde começar? Carregar tudo, só os últimos períodos ou deixar o ambiente antigo em modo leitura?


Atualização:

Obrigada. Vou montar a matriz de decisão por obrigação e período com o Lucas e propor ao fiscal a exportação que a Fernanda listou. Duas dúvidas: a prova de saldo é por conta contábil ou por apuração? E o mapeamento do plano de contas muda entre ECC e S/4HANA no nosso caso, o que o Thiago falou sobre a ACDOCA afeta isso?

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Fechando: não existe um botão que preserve o histórico; existe uma decisão por obrigação e período, com prova.

  1. Matriz: carregar, arquivar com prova ou ler no antigo, com dono no fiscal.
  2. Prova: saldo por conta e por apuração, origem contra destino, com mapeamento de conta. Segundo a NTT, o produto lê tabelas diferentes no ECC e a ACDOCA em S/4HANA, então a comparação precisa das duas origens.
  3. Fora do ambiente: arquivos entregues, conciliações e parametrização antiga exportados.
  4. Virada: entregas da janela fechadas antes, paralelo e primeiro fechamento real.

Como o histórico da apuração do GUEPARDO migra, o material que temos não afirma; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Veja migração para S/4HANA.

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Agora, dito isso, falta tratar as obrigações em andamento na virada:

  1. Mapeie as entregas que vencem na janela e feche essas no ambiente antigo antes do corte.
  2. Dê ao fiscal uma janela própria no cutover.
  3. Faça um paralelo: apure no novo um período já entregue e compare com o entregue.
  4. Trate o primeiro fechamento real como teste final.

É o padrão de projeto que costuma aparecer em migrações com esse produto, não uma regra do produto.

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Discordo de ambiente antigo em leitura como plano principal. No meu dia a dia, ambiente em leitura sem dono vira ambiente sem acesso com o tempo, e a prova some junto.

  1. Exporte os arquivos entregues, com data e responsável.
  2. Exporte os relatórios de conciliação de cada período fechado.
  3. Guarde a lista de parametrização do antigo, para explicar por que o número era aquele.

Ambiente em leitura é complemento, não plano.

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Vou direto, é: aqui deixamos o ambiente antigo em modo leitura por um tempo e carregamos só os períodos abertos. Para consulta de fiscalização, o antigo responde. Só que isso exige manter acesso, perfis e suporte do ambiente, e esse custo de manter vivo entra na conta. Defina com o jurídico a data de desligamento e, antes dela, exporte em formato aberto os arquivos entregues e as conciliações.

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De bate-pronto, né, a parte contábil muda de lugar. A documentação da NTT diz que no ECC o produto lê tabelas como FAGLFLEXT e BSEG, conforme o tipo de contabilidade, e que em S/4HANA os lançamentos ficam na ACDOCA, com interface de busca própria. Logo, a prova da carga precisa comparar saldos nas duas origens, com mapeamento de conta, não só totais. O material que temos não explica como o histórico da própria apuração do GUEPARDO vai para o novo ambiente: confirme com a NTT ou teste no ambiente.

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Comece decidindo, por obrigação e por período, o que será carregado, arquivado ou lido no ambiente antigo. Veja, a conta é: carga cara só compensa para o que vai ser consultado de novo.

  1. Liste as obrigações e os períodos em uso.
  2. Para cada um, marque: carregar, arquivar com prova ou ler no antigo.
  3. Defina o dono da decisão no fiscal.
  4. Para o que for carregado, fixe a prova antes: saldo por conta e por apuração, origem contra destino.
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