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Fóruns / Migração para S/4HANA e rollout Brasil

Como o rollout do Brasil no S/4HANA se organiza para um grupo com várias empresas?

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Oi, pessoal do fiscal. Acompanho o assunto desde a implantação do RISE with SAP e agora estamos planejando o rollout do Brasil de um grupo com várias empresas, em ondas.

Agora, abrindo um parêntese: a primeira onda já tem fiscal rodando, as outras ainda não, e a diretoria cobra um cronograma. Como decidir a ordem das empresas brasileiras? O que de fiscal se reaproveita entre as ondas e o que precisa ser refeito em cada empresa? O GUEPARDO Tax entra no meio disso e quero saber o que posso prometer.


Atualização:

Obrigado. O calendário fiscal e o teste de dado mestre da Paula entram no plano. Vou ordenar as empresas por semelhança e conferir depois contra os meses de pico. Pergunta de seguimento: o acompanhamento da primeira apuração real vale para cada onda ou só para a primeira? E quem declara que a onda terminou, o fiscal ou o projeto?

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Resumindo a conversa:

  1. Ordem: por semelhança com a primeira empresa, conferida contra o calendário de obrigações, para a virada não cair em mês de pico.
  2. Reaproveitar: configuração modelo replicada em fases e extensões com dono, objetivo e o que assumem do produto.
  3. Não herdar às cegas: teste de dado mestre antes de cada empresa receber a configuração, porque o que não migra sozinho costuma ser descoberto tarde.
  4. Prova: paralelo contra o que já foi entregue e acompanhamento da primeira apuração real de cada empresa.

Sobre versão mínima do GUEPARDO Tax por onda, a documentação do produto que temos não afirma nenhuma; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Para desenhar as ondas, veja como organizar o rollout fiscal no SAP para um grupo de empresas.

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Complementando a Paula: e aí, a gente costuma separar o que é copiado do que é decidido. Copiado é o que tem dono e regra escrita. Decidido é o que depende da tese da empresa.

Para extensões Z, a regra que ajuda: parametrização antes de desenvolvimento, ponto de extensão previsto antes de alterar objeto padrão, e inventário vivo com dono, objetivo e o que cada extensão assume do produto. Sobre versão mínima do GUEPARDO por onda, a base que consultamos não afirma nenhuma; confirme com a NTT.

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Discordo em um ponto: reaproveitar configuração entre ondas não é automático. Olha, olhando o log, o que se repetia na onda anterior era o que dependia de dado mestre. Numa migração ECC para S/4HANA, apuração, livros e contabilização dependem de parametrização, extensões Z e dado mestre que não migram sozinhos, e isso costuma ser descoberto tarde.

Meu critério: cada empresa nova recebe um teste de dado mestre antes de herdar a configuração da anterior.

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Aqui a gente fez de outro jeito: em vez de ordenar só por semelhança, ordenamos pelo calendário fiscal. Veja, como todo mundo sabe, cada empresa tem meses de pico de obrigação, e a virada não deve cair neles. Passei por situação parecida no fechamento do mês passado, quando a janela de uma onda bateu com o fechamento de outra empresa.

Montamos um calendário com as obrigações de cada empresa e escolhemos a data de virada fora dos picos. Fica mais seguro para o fiscal, mas o cronograma alonga.

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A ordem costuma sair de duas perguntas: qual empresa tem a obrigação mais crítica e qual é mais parecida com a primeira. Então, falando sério, comece pela mais parecida, porque ela prova o modelo, e deixe a mais atípica por último.

Para o que se reaproveita, o padrão de projeto é: diagnóstico por empresa, configuração modelo replicada em fases, paralelo contra o exercício já entregue e acompanhamento da primeira apuração real. Isso vem de notas de projeto de IRPJ, CSLL e ECF; trate como prática, não como regra do produto.

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