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Fóruns / Migração para S/4HANA e rollout Brasil

Como pensar a migração para S/4HANA no fiscal: o que muda na conversão de ECC para o GUEPARDO Tax?

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Quero saber uma coisa: estamos no ECC e a migração para S/4HANA é meta do ano. O fiscal quer entender, sem presumir, quais partes do GUEPARDO Tax pedem atenção na conversão e como colocar isso no plano do projeto. Veja, batendo o olho no plano atual, não existe nenhuma linha para o fiscal. Acompanho o assunto desde a implantação do S/4HANA 1909 em outra frente, mas aqui é a primeira vez que o fiscal entra cedo. Que perguntas devo levar para a reunião de planejamento?


Atualização:

Muito obrigado. Levo para a reunião quatro itens: a interface de busca do ambiente novo, três inventários com decisão por item, janela de cutover própria do fiscal e os testes com quem assina cada um. Pergunta de seguimento: os relatórios escritos no ECC vocês reescrevem antes da virada ou depois do go-live? A base que consultamos não afirma nada sobre isso no produto, então vou testar no ambiente de qualidade.

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Resumo para levar ao plano:

  1. Dados: em S/4HANA os lançamentos ficam na ACDOCA e o produto tem interface de busca própria para ela. Confirme a interface com a NTT.
  2. Inventário: parametrização fiscal, extensões Z e relatórios do ECC, cada um com decisão (replica, reconfigura, descontinua).
  3. Obrigações: decisão registrada por obrigação.
  4. Cutover e testes: janela própria do fiscal e primeiro fechamento em produção como teste que conta.

Versão mínima do produto e política de suporte por versão: a base que consultamos não afirma; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Para o desenho do cutover, veja cutover fiscal no S/4HANA.

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Discordo de tratar tudo como inventário técnico. Trabalho há 18 anos com fiscal e hoje estou no RISE with SAP, e o x da questão, viu, é que o fiscal vira só mais um módulo na lista e os relatórios escritos no ECC precisam ser reescritos, algo que o time de TI percebe tarde, no teste. Por obrigação, registre uma decisão: manter, substituir ou não replicar. A lista oficial de obrigações encerradas não foi lida nas fontes que temos, então confirme em fonte oficial antes de descartar qualquer uma.

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O fato é que, viu, o plano precisa de critério de pronto. Trabalho há 25 anos com fiscal e a sequência que uso é: teste técnico pela consultoria, integrado pelo cliente com apoio, regressão, contábil, homologação do cliente e primeiro fechamento em produção. A homologação inclui a interpretação tributária, que é decisão da empresa. Quem escreve o plano deve prever quem assina cada teste e com qual período fechado comparar.

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Completando, e aí, em resumo, o que aprendi vindo de outro ERP: o que não migra sozinho é o que ninguém lista. Uma nota de projeto que usamos diz que apuração, livros e contabilização dependem de parametrização, extensões Z e dado mestre que não migram sozinhos, e isso costuma ser descoberto tarde. Monte três inventários antes da reunião: parametrizações fiscais, extensões Z em torno do fiscal e relatórios feitos no ECC. Cada item recebe uma decisão: replica, reconfigura ou descontinua.

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Então, um adendo de outro caminho: em vez de levar tudo de uma vez, aqui o plano foi por ondas, na ordem levantamento, desenho, realização, testes, cutover e go-live, e o cutover do fiscal teve janela própria. Passei por situação parecida no fechamento do mês passado e a janela compartilhada com a logística apertou a conferência. Peça ao gerente do projeto uma janela de cutover só do fiscal e a passagem planejada para a sustentação depois do go-live.

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A primeira pergunta é de origem de dados. Segundo a documentação da NTT, o produto busca dados contábeis por interfaces que leem tabelas padrão, e em S/4HANA os lançamentos ficam na ACDOCA, por isso existe a interface de busca ACDOCA. E aí, a dica é perguntar à NTT qual interface o ambiente novo vai usar e testar com um mês fechado. Quais versões do produto aceitam a virada, o conteúdo que temos em mãos não afirma: confirme com a NTT.

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