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Fóruns / Migração para S/4HANA e rollout Brasil

Como proteger o fiscal na migração para S/4HANA com a reforma acontecendo ao mesmo tempo?

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Sem querer atrapalhar: sou auditor interno e a empresa tem dois projetos disputando as mesmas pessoas, a migração de parte do grupo para S/4HANA e a adequação à reforma tributária. Veja, em geral, o fiscal é quem perde: teste fiscal é o primeiro a ser cortado quando o prazo aperta. O gestor quer sequenciar sem perder esses testes. Usamos GUEPARDO Tax. Como sequenciar, e o que não pode ser cortado?


Atualização:

Obrigado. Vou propor ao gestor três coisas: testes fiscais como critério de saída, janela própria do fiscal e um segundo ciclo de testes datado para a reforma. Uma dúvida de seguimento: quem tem poder de dizer que a onda não pode virar porque o teste fiscal não passou, o gerente do projeto ou o dono do processo fiscal?

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Para proteger o fiscal com dois projetos ao mesmo tempo: faça dos testes fiscais critério de saída de cada onda, dê ao fiscal uma janela própria no corte e agende um segundo ciclo, no modo novo, com conciliação contábil. Na segunda-feira: liste as obrigações e as extensões Z e defina por escrito quem pode barrar a onda, o dono do processo fiscal e não só o gerente do projeto. A ordem das ondas depende do tributário e do gestor. O material que temos não afirma versão mínima do GUEPARDO Tax para S/4HANA; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Mais em migração fiscal para S/4HANA.

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Discordo em um ponto: não dá para separar os dois como se o teste fosse o mesmo. Puxando o fio, né, a bateria fiscal precisa rodar no modo atual e no modo novo, com conciliação contábil. Na prática de projeto, teste só no modo atual não basta para a virada. Se a reforma ficar para depois, deixe previsto o segundo ciclo de testes, com data e dono, para não virar promessa.

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Agora, meu ponto é o dado: NCM, classificação e regra de crédito. Se a migração de materiais carrega NCM ruim, a reforma herda o erro. Separe uma checagem de dado por onda, com amostra de materiais. No lado SAP, o manual que temos lista SAP Notes da reforma e um Support Package mínimo para mudanças legais do Brasil (nota 3563053); confirme a versão vigente no SAP, porque a lista é de uma data de compilação.

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Aqui a gente resolveu de outro jeito: o corte fiscal ganhou janela própria e a reforma só entra na onda seguinte. Veja, como de costume, juntar tudo no mesmo corte aumenta o que pode dar errado e dificulta saber qual mudança causou a diferença no primeiro fechamento. Isso só vale se a data da reforma permitir, e essa conta é do tributário e do gestor do projeto. Segundo o material que temos, cutover com janela própria do fiscal e realização por ondas fazem parte do desenho de migração.

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No meu time, pois é, o que protege o fiscal é transformar os testes fiscais em critério de saída de cada onda: se não passam, a onda não vira. Antes disso, faça um inventário das obrigações que o sistema gera e das extensões Z. Segundo uma nota de projeto que temos, na migração de ECC para S/4HANA apuração, livros e contabilização dependem de parametrização, extensões Z e dado mestre que não migram sozinhos, e isso costuma ser descoberto tarde. É julgamento de projeto, não medição. O inventário serve para descobrir cedo.

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