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Fóruns / Migração para S/4HANA e rollout Brasil

Como transportar a configuração fiscal entre ambientes no projeto de S/4HANA?

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Situação atual: o projeto de S/4HANA tem desenvolvimento, qualidade e produção, e dezenas de transportes saindo na mesma semana. Trabalho há 25 anos com fiscal, e o combinado é que o fiscal não pode chegar à produção diferente da qualidade. Na prática já achei parametrização que existia em um ambiente e não no outro.

Como vocês controlam a configuração fiscal para que os três ambientes fiquem iguais? Tem uma ordem de transporte que evite problema?


Atualização:

Obrigada, gente. Vou adotar a lista por mudança com o número do transporte e o ambiente, e a conferência no destino com um documento real. O argumento do Luiz sobre transporte pequeno me convenceu para as mudanças fiscais, que são poucas.

Fica a dúvida sobre dado mestre: vocês fazem carga por script ou conferência manual entre ambientes?


Atualização:

Complemento meu: já pedi ao time para separar o inventário de extensões Z da lista de transportes, como a Aline sugeriu, e para marcar quem é dono de cada linha. A primeira conferência cruzada será na próxima quinta, comparando a qualidade com a produção linha a linha.

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Resumindo: mantenha os ambientes iguais com uma lista de mudanças fiscais e uma conferência no destino, não com a confiança no transporte.

  1. Registro: uma linha por mudança, com transporte, pedido e ambientes já atendidos.
  2. Conferência: no destino, item por item, com documento real.
  3. Inventário: extensão Z fora do inventário não entra no transporte.
  4. Tamanho: transportes pequenos facilitam achar a causa.

O material que temos não afirma como a configuração do GUEPARDO Tax é transportada: confirme com a NTT ou teste no ambiente. Veja o processo de atualização em atualização de release do GUEPARDO Tax.

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Veja, antes de mais nada, quem tem extensão Z precisa de inventário. As notas de projeto recomendam inventário vivo com dono, objetivo e o que cada extensão assume do produto, e parametrização antes de desenvolvimento.

No transporte, isso vira regra simples: extensão Z que não está no inventário não entra na ordem. Cada linha do inventário diz em que ambiente a extensão já está. Assim, quando a qualidade se comporta diferente da produção, a primeira pergunta é qual extensão ou parametrização está num lado e não no outro.

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Bem, vale registrar: discordo de transportar tudo junto para ganhar tempo. Eu sei que sobra pouco, mas um transporte com muita coisa dificulta voltar atrás e descobrir qual mudança causou o problema.

  1. Um transporte por mudança fiscal ou por pequeno grupo.
  2. Teste de cada um na qualidade com um documento real.
  3. Só então a ordem para produção.

É mais lento, mas, quando a apuração do mês diverge, você sabe qual transporte olhar. Quem valida o resultado é o cliente, não o time técnico.

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Controle por lista, não por memória: um registro por mudança fiscal, com o que mudou, quem pediu, o número do transporte e o ambiente em que já está.

Agora, pra ser justo, só sirvo para o processo. O produto pede ordem de desenvolvimento, homologação e produção, e uma regressão que compare com evidência de períodos fechados, segundo as notas de projeto que consultamos. Como a configuração do GUEPARDO Tax viaja entre ambientes, se por transporte padrão ou por outra ferramenta, o que temos de documentação não afirma; confirme com a NTT ou teste no ambiente.

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Então, a ideia é conferir em duas pontas. Antes do transporte, uma lista do que deve chegar. Depois, uma conferência no destino: abra a tela de cada item da lista e confirme o valor. Não confie só na mensagem de transporte concluído.

Também separe o que é configuração do que é dado mestre. As notas de projeto lembram que apuração, livros e contabilização dependem de parametrização, extensões Z e dado mestre que não migram sozinhos. Dado mestre quase nunca vai por transporte, e é onde os ambientes mais se afastam.

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