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Fóruns / Migração para S/4HANA e rollout Brasil

Como tratar a emissão de documentos em contingência durante a virada do S/4HANA?

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Pode ser uma dúvida boba: no cutover do S/4HANA vamos ficar algumas horas sem emitir nota pelo fluxo normal. Trabalho há 6 anos com fiscal e, ano passado, né, vi uma virada de outro projeto em que ninguém sabia dizer quantas notas saíram por fora, e a diferença só apareceu no fechamento.

Desta vez quero planejar antes. Como organizo a emissão em contingência durante a janela e, depois, o registro desses documentos para que entrem na apuração do GUEPARDO Tax? Hoje só tenho um print do monitor com as notas pendentes.


Atualização:

Obrigada, gente. Vou montar a lista de controle com número, chave, hora e motivo e fazer o ensaio com três documentos na qualidade, como o Valter sugeriu. Na segunda-feira peço ao time de Basis a data da janela.

Pergunta de seguimento: se um documento de contingência for emitido na semana anterior ao go-live e só registrado depois da virada, ele entra no período certo da apuração ou preciso tratar como ajuste?

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Resumindo: planeje a contingência como uma lista de controle e prove o registro antes da virada, não depois.

  1. Registro único: uma planilha recebe cada nota emitida fora do fluxo, com os identificadores do documento e o responsável. A janela do fiscal consta do plano do cutover.
  2. Contabilidade: no primeiro dia, compare a soma da lista com a conta de imposto, porque nota por caminho sem lançamento automático é causa comum de diferença.
  3. Ensaio: três documentos de teste na qualidade antes do go-live.

O que temos de documentação não afirma como o GUEPARDO Tax trata o documento de contingência: confirme com a NTT ou teste no ambiente. A regra do documento eletrônico em contingência deve ser conferida no texto vigente. Mais sobre o projeto em migração fiscal para S/4HANA.

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Bom dia a todos. Discordo de um ponto: deixar a conferência para o primeiro dia depois do go-live é tarde. Então, minha opinião é ensaiar antes. As notas de projeto que li descrevem o caso em que o projeto passa em todos os testes e o primeiro fechamento mostra diferença de saldo, obrigação rejeitada ou nota que não contabiliza.

Por isso eu faria um ensaio na qualidade: emitir três documentos de teste pelo caminho de contingência, registrar depois e conferir se chegam à apuração e à contabilidade. Se não chegarem, você descobre com tempo de corrigir. Qual caminho de registro vale para o seu ambiente, a base que consultamos não afirma; teste no ambiente.

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Comece pelo controle, não pela emissão: toda nota feita fora do fluxo normal entra numa lista com número, chave, data, hora, quem emitiu e o motivo. Essa lista é o que você vai conferir depois.

As notas de projeto que consultamos descrevem o cutover com janela própria do fiscal, então peça que essa janela conste do plano. Agora, a prova é: no primeiro dia depois do go-live, cada linha da lista precisa ter documento registrado e contabilizado. Como o produto trata o documento emitido em contingência, a base que consultamos não afirma; confirme com a NTT ou teste no ambiente.

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Completando o Nelson com a parte contábil, conforme o combinado, viu: uma causa que se repete em diferença entre fiscal e contábil é a nota emitida por caminho sem lançamento contábil automático. Documento de contingência é candidato natural a cair aí.

Checagem para o primeiro dia: some o valor da lista de contingência e compare com o que entrou na conta de imposto no mesmo período. Se não fechar, separe por documento antes de mexer na apuração. Segundo a documentação da NTT, a apuração de PIS e Cofins tem histórico de modificação e busca de documentos; para os demais tributos o que temos de documentação não afirma. Teste no ambiente.

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