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Fóruns / Migração para S/4HANA e rollout Brasil

Como um ABAP pode migrar para a área fiscal do SAP?

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Deixa eu montar o quadro. Tenho um ABAP no meu time que quer migrar para a área fiscal, mas, quando pergunto na empresa, me dizem que é só fazer curso, e, em outras palavras, ó, ninguém sabe por onde começar.

Como um desenvolvedor ABAP pode migrar para o fiscal? Qual caminho funcionou para quem fez?


Atualização:

Entendi que a ponte é um caminho intermediário e que o roteiro começa acompanhando o fechamento. Vou sugerir isso sem prometer mudança de área de uma vez, e acompanhar os primeiros chamados lado a lado com ele. Vale ver se ele se adapta antes de decidir o resto.

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Em suma, o caminho que sobra:

  1. Começo: acompanhar fechamento e chamados antes de mexer em código.
  2. Papel: ponte técnica, sem tocar na regra.
  3. Ritmo: cada alteração passa por dupla checagem.

A transição de pessoas é decisão do gestor de cada área, e o tributário da empresa dá a palavra final sobre a regra.

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Discordo da ponte sem controle, e olha, o plano é separar três coisas:

  1. Quem altera regra fiscal continua sendo o fiscal.
  2. O ABAP só altera tela e relatório com revisão de quem não escreveu o código.
  3. Toda mudança tem registro e aprovação de quem responde pelo resultado.

Sem isso, a ponte vira atalho.

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Trago um roteiro que usamos no meu time, tá, em três passos:

  1. Acompanhar um fechamento inteiro ao lado do fiscal.
  2. Ler os chamados que chegam para a TI.
  3. Só então assumir um pequeno ajuste de tela, com revisão de outra pessoa.
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Eu iria por outro lado: em vez de mudar de área, o ABAP cria a ponte. Ele fica como o elo técnico do time fiscal, cuidando das interfaces e dos relatórios de conferência.

Um caminho menor que a troca total, e aí, minha opinião, costuma dar resultado para quem já é desenvolvedor.

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Para mim, olha, o segredo é começar pelo que ele já sabe. Um ABAP conhece tabela, documento e erro de programa, que é meio caminho para entender onde a regra fiscal bate no sistema.

O que falta é a regra em si, e isso se aprende com o fiscal sentado do lado.

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