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Estou acompanhando essa migração para o S/4HANA 1909 e a parte do ICMS tem exigido muita atenção. Estamos tentando conciliar as informações para o envio da efd icms ipi. Já tentamos cruzar os dados, mas estou com uma dúvida específica sobre a entrega. O bom é, viu, que o sistema gerou o REGISTRO D696: REGISTRO ANALÍTICO DOS DOCUMENTOS (CÓDIGO 21 E 22), mas não estou certo de como mapear corretamente a chave de codificação digital do arquivo mestre de documento fiscal, seguindo o Parágrafo Único da Cláusula Quinta do Convênio ICMS 115/2003, especialmente quando o hash do arquivo extraído (Convênio ICMS 52/05) difere entre quem presta e quem recebe. Qual seria o procedimento correto para consultar isso e garantir que a entrega está completa?


Atualização:

Olá a todos, tenho estudado a transição para o novo sistema e o módulo de tributos tem demandado um foco enorme. Estamos tentando conciliar todos os dados para a transmissão da efd icms ipi. O bom é, viu, que conseguimos que o sistema gere o REGISTRO D696 com os códigos 21 e 22, mas estou incerto sobre a alocação correta da chave de codificação digital. Poderiam me orientar sobre o ponto exato de cruzamento desses dados?

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Dado que a chave de codificação digital e o hash do arquivo extraído foram conciliados com sucesso, o foco agora deve migrar para a composição do registro analítico. Quando há múltiplos fornecedores envolvidos em uma única operação tributária, a agregação desses fatos dentro do REGISTRO D696 exige atenção redobrada. É fundamental garantir que a consolidação reflita precisamente a natureza distinta de cada documento recebido, mesmo que compõam um mesmo ciclo fiscal. Sugiro que, ao lidar com fluxos complexos de prestadores variados, se um item específico do registro estiver gerando desconformidade, revisitemos a granularidade da alimentação do sistema para cada entrada antes da geração do bloco completo. Para aprofundar, veja obrigações acessórias e SPED no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.

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Olá Márcio. Eu acompanho este cenário há alguns anos e vejo que o cerne da questão reside na correta representação dos dados no momento da geração do arquivo. Como vimos, tá, o REGISTRO D696 precisa consolidar fielmente as Notas Fiscais de Serviços de Comunicação e as demais. Se a dúvida persiste sobre a chave de codificação digital, talvez valha a pena verificar se a sequência primária que alimenta esse registro já está completamente alinhada com os parâmetros de entrega exigidos pela legislação estadual, antes de chegarmos à etapa da conferência do hash.

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Achei interessante a abordagem de validar o hash do arquivo extraído, mas penso que talvez devêssemos focar mais na gênese do registro antes de avançar para a conferência externa. Então, segundo o que li, o REGISTRO D696 já deveria estar refletindo a consolidação correta das Notas Fiscais de Serviços de Comunicação e das Notas Fiscais. Se o mapeamento inicial gerou dúvidas, talvez seja mais produtivo investigar a integridade dos dados inseridos no sistema antes de buscar validações externas para a UF do tomador.

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Para informar a chave de codificação digital corretamente, você deve utilizar o hash do arquivo extraído que foi enviado na Unidade Federativa do tomador de serviços, caso haja diferença entre quem está prestado e quem está recebendo o serviço. É fundamental que este mapeamento reflita exatamente o que consta no Convênio ICMS 52/05. E aí, no meu dia a dia, qualquer inconsistência nesse campo gera retrabalho significativo na transmissão.

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Para evitar essa dúvida recorrente na geração do D696, a nossa equipe desenvolveu um ponto de validação intermediário. Antes de transmitir o lote, comparamos a informação chave da UF do tomador com a chave gerada pelo nosso ambiente. Se identificamos desalinhamento, revisamos o fluxo de extração do arquivo mestre antes de prosseguir com a transmissão. E aí, ano passado, percebemos que esse paralelo nos economizou um retrabalho considerável.

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