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Fóruns / Obrigações acessórias e SPED no SAP

Como manter os registros J210 e J215 da ECD no GUEPARDO Tax?

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Foi mal a pergunta, mas preciso de ajuda. Sou consultor MM, assumi a área fiscal há pouco, vindo de energia, e herdei a rotina da ECD no GUEPARDO Tax. O leiaute da ECD muda de tempos em tempos, e alguns registros, como o J210 e o J215, mudam junto.

Não sei onde esses registros são mantidos no produto nem qual é a rotina quando o leiaute muda. Bem, voltando ao ponto: quero uma rotina que evite refazer o arquivo na véspera da entrega. Como vocês mantêm esses registros?


Atualização:

Obrigada, gente. Abri uma escrituração de teste no ambiente de qualidade e achei os fatos de DLPA e DMPL na funcionalidade, como o Gabriel disse. Vou pedir ao contábil o texto vigente do leiaute antes de qualquer ajuste, e abrir o inventário de extensões. Uma dúvida: vocês guardam a evidência da regressão junto da escrituração ou em pasta à parte?

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Fechando a conversa em passos:

  1. Esses registros ficam na escrituração da ECD, segundo a documentação, e não em programa avulso.
  2. Antes de mudar qualquer um, confirme a regra no leiaute vigente oficial, com o contábil.
  3. Prefira parametrização e funções do produto. Só depois pense em extensão por BAdI, e registre cada uma num inventário com dono.
  4. Faça regressão contra períodos já fechados e guarde a evidência com data.

O material que temos não traz o leiaute nem o passo a passo de cada registro. Confirme com a NTT ou teste no ambiente de qualidade. Para o contexto geral, veja como o GUEPARDO Tax se encaixa no SAP fiscal.

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Sei que deve ser básico, porém discordo de começar pelo registro. Olha, em linhas gerais, o leiaute vigente vem primeiro, porque sem ele você mantém o registro conforme uma regra que pode ter mudado. O material que temos não traz o leiaute da ECD, então a regra do J210 e do J215 deve ser conferida no texto oficial vigente, e isso é do contábil. Também lembro: arquivo aceito no validador pode estar incompleto, por exemplo sem participantes ou centro de custo.

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Dúvida pontual, mas ajuda a fechar a rotina, em lista:

  1. Dono: quem do contábil confirma a mudança de leiaute.
  2. Prova: regressão comparando com evidência de períodos fechados.
  3. Teste: o primeiro fechamento real depois da atualização é o que conta.

A ideia é, né, guardar a evidência de cada rodada com data. Assim a conferência não depende da memória de quem fez.

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Me corrijam se eu estiver errado(a): aqui a gente resolveu de outro jeito. Em vez de mexer em código, a documentação lista a atualização de J100 e J150 consolidados como função própria, junto de anexar arquivos e cadastro de signatários. Na minha área, viu, usamos essas funções do produto e só depois pensamos em extensão. O material não diz a ordem entre essa atualização e a manutenção de J210 e J215, então teste a ordem no ambiente de qualidade antes de assumir uma.

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Segundo a documentação da NTT, os fatos de DLPA e DMPL (J200, J210 e J215) são uma funcionalidade documentada da escrituração, ao lado de informações complementares e obtenção de dados. A escrituração abre na transação /FHG/ECD001. Montando o contexto: Olha, o básico, a manutenção acontece ali, não em programa à parte. O material que temos não traz o passo a passo de cada registro, então eu abriria uma escrituração de teste no ambiente de qualidade e seguiria as telas.

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Boa tarde, colegas do fiscal. Complemento do lado técnico, em lista:

  1. A documentação cita um ponto de extensão por BAdI para inclusão ou alteração de registros.
  2. Antes de usá-lo, a regra de decisão é parametrização antes de desenvolvimento, e ponto de extensão previsto antes de alterar objeto padrão.
  3. Se houver extensão, ela entra num inventário com dono, objetivo e o que assume do produto.

Agora, pelo meu histórico, registro que muda por leiaute e está em código próprio é o que mais dá trabalho na atualização.

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