Estou fazendo a transição da área de mineração para fiscal e estou utilizando o sistema com a versão 3.2.4 da EFD-ICMS/IPI, atualizada em julho de 2026. Estamos tentando mapear como isso se comporta diante da Reforma Tributária sobre o Consumo. Tivemos um cenário onde os documentos fiscais envolviam tanto os novos tributos quanto o ICMS ou IPI, e a orientação é clara sobre a escrituração. Já tentamos seguir o caminho da consideração do valor total do documento fiscal, como o campo 12 do registro C100, mas agora, o problema é que a aplicação prática disso no nosso fluxo de entrada gera dúvidas sobre a correta representação desses dados. Qual o procedimento mais seguro para registrar essas operações mistas?
Atualização:
Agradeço as contribuições de vocês sobre a escrituração dos documentos fiscais híbridos. Testamos o cenário onde o documento possui ambos os regimes, e a orientação parece ser a integralização do movimento tributário legível no sistema atual. Agora, o problema é que, mesmo considerando o ajuste SINIEF 49/25, precisamos dimensionar como representar as novas obrigações acessórias decorrentes da transição. Vocês têm alguma sugestão sobre como proceder com a geração dos lotes de dados para essas operações mistas?