Como estamos hoje: a fábrica gera o Bloco K por uma rotina do Protheus, e já é motivo de dor de cabeça todo mês. Estamos migrando para SAP e eu, que sou key user fiscal, preciso levantar o que o novo sistema vai exigir.
Não conheço o Protheus por dentro e não quero afirmar nada sobre ele. Minha pergunta é do lado do SAP: o que preciso ter organizado para o Bloco K sair certo, e o que muda de um sistema para o outro?
Atualização:
Isso me ajuda bastante. O enquadramento no leiaute simplificado eu levo ao tributário, ótimo.
O cerne, pois é, parece ser o saldo de abertura que a Letícia citou: devo extrair o último K200 enviado e conferir contra o inventário carregado no SAP na data de corte? Ou existe outro caminho mais seguro?