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Fóruns / PIS e Cofins

Como auditar a apuração de PIS e Cofins no GUEPARDO Tax em busca de crédito perdido?

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Talvez seja bobagem, mas preciso de ajuda. Sou auditor interno de uma telecom, ECC 6.0, e acompanho o GUEPARDO Tax desde a implantação.

O gestor fiscal suspeita que parte do crédito de PIS e Cofins não foi aproveitada nos últimos fechamentos e pediu um roteiro de auditoria. Rodei o relatório de apuração do período, os totais batem com a EFD-Contribuições entregue, mas isso só prova que o arquivo reflete a apuração. Não prova que o crédito foi todo apropriado.

Por onde começo, e o que eu comparo com o quê?


Atualização:

Obrigada, gente. Já travei a apuração oficial do período e comecei a amostra pelos dez maiores fornecedores. Apareceram duas notas sem natureza da receita. Qual dos dois caminhos é o certo: lançar o crédito agora ou deixar registrado e esperar o aval do tributário?

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Resumo do roteiro que a conversa montou:

  1. Apuração oficial: confirme qual é, entre as que existem para o período.
  2. Relatório de créditos: base de comparação com as notas de entrada.
  3. Fora do controle: crédito que não nasce na nota, extemporâneo e natureza da receita por BAdI são os pontos de maior risco de perda.
  4. Evidência: data, apuração, amostra e decisor de cada crédito.

Para o aprofundamento, veja recuperação de créditos fiscais no SAP. Apropriar ou não um crédito é tese do contribuinte; confirme com o tributário da empresa.

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Só completando: um ponto importante, viu, é guardar a evidência da própria auditoria. Salve o relatório com data, a apuração oficial escolhida, a lista de notas amostradas e quem decidiu manter ou lançar cada crédito. Quando a auditoria externa chegar, pesa a trilha, não a conclusão. Se achar crédito, o lançamento extemporâneo precisa ir pelo caminho previsto, com a decisão registrada.

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Discordo da ideia de que o relatório prova que não existe crédito perdido. Na virada do ano, é comum o crédito mais valioso estar fora do que o produto enxerga: a nota sem natureza da receita definida, por exemplo. A documentação diz que, sem determinação por NCM, a natureza da receita exige desenvolvimento por BAdI, ou seja, depende do que o projeto fez. O relatório só confere o que o projeto entregou.

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Outra forma, para quem tem pouco tempo: amostragem por risco, em vez de varrer o período inteiro.

  1. Pegue os fornecedores de maior valor.
  2. Separe as notas com crédito zerado.
  3. Compare com o que a apuração oficial recebeu.

Então, pra fechar: o relatório mostra o que o produto controla. Crédito de período anterior ao controle do GUEPARDO só entra por lançamento manual, e é isso que a amostra precisa procurar.

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Complementando com uma lista de verificação, agora, de bate-pronto:

  1. Notas de entrada sem crédito calculado.
  2. Crédito que não nasce na nota e foi levantado à mão.
  3. Crédito extemporâneo lançado no período errado.
  4. Crédito de imobilizado sem controle.

Os dois primeiros itens costumam esconder o maior volume. O que não nasce na nota depende de levantamento manual, e é onde o crédito se perde.

Segundo as notas de projeto que temos, é um padrão recorrente.

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Comece confirmando qual apuração é a oficial no período, e só depois olhe o relatório de créditos. Segundo a documentação da NTT, o produto permite várias apurações para o mesmo período e empresa, e só uma é a oficial; auditar a apuração errada é tempo perdido. Então, um ponto importante: a mesma documentação cita o relatório de débitos, créditos e retenções, gerado em Excel e em background, que é a base de comparação com a lista de notas de entrada.

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