Gente, estou acompanhando essa transição de outro sistema que também estava passando por uma migração para o SAP, e o cálculo do Imposto Seletivo tem gerado alguns nós aqui. Já fizemos os testes iniciais na versão mais recente e conseguimos mapear os grupos tributários, como o grupo UB referente às informações dos tributos novos e o grupo W03 para totais. No entanto, ao tentar conciliar a incidência correta do IS com os demais tributos, estou com uma dúvida específica sobre a parametrização. Voltando ao ponto, tá, como podemos garantir que o cálculo do Imposto Seletivo esteja corretamente vinculado ao item da nota fiscal, considerando a nomenclatura e os campos que vimos nos anexos? Gostaria de saber qual o procedimento mais robusto para essa contabilização.
Atualização:
Voltando ao ponto, tá, pessoal, achei muito produtivo este bate-papo sobre a complexidade do mapeamento tributário. Voltando ao ponto, eu fiz alguns testes comparando como diferentes cenários de operação chegam ao cálculo do IS, e a passagem dos dados brutos para a estrutura do SAP tem sido um ponto de atenção. Gostaria de saber se alguém já avançou em como otimizar essa passagem de informações para minimizar retrabalho na fase de fechamento contábil.
Atualização:
Pessoal, achei interessante a discussão sobre a precisão dos códigos usados na tributação. Eu comparei como os cenários operacionais se traduzem no cálculo do Imposto Seletivo e notei que a transição dos dados brutos para a arquitetura do sistema tem gerado gargalos. Voltando ao ponto, tá, gostaria de saber se alguém mapeou alguma abordagem que torne essa passagem de informações mais fluida, reduzindo assim o esforço revisional durante o encerramento do período fiscal.