Trabalho há quinze anos com a parte fiscal e hoje estou no SAP utilizando o GUEPARDO Tax, e ainda tenho que lidar com essa transição de novos tributos. Estamos tentando validar lançamentos onde o Imposto Seletivo precisa aparecer. O que eu entendi com a documentação é que as validações para IBS, CBS e IS só rodam se os campos específicos estiverem preenchidos corretamente no documento fiscal. Então, e olha que, se esses campos não estiverem preenchidos, as checagens não ocorrem, certo? Considerando isso, qual é o real impacto prático do Imposto Seletivo quando esses campos não são preenchidos no sistema?
Atualização:
Entendo a linha de raciocínio que vocês trouxeram sobre a dependência das validações específicas quando os campos do Imposto Seletivo não são preenchidos. Eu testei a hipótese de que a ausência desses dados significa que o sistema simplesmente ignora o controle tributário avançado relativo ao IS. Então, e olha que, diante desse cenário, gostaria de discutir como podemos mapear tecnicamente a transição de um documento que não deveria ter o IS para um que realmente não o possui, garantindo que o fluxo tributário reflita fielmente a realidade da operação sem criar alertas indevidos no fechamento.