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Fóruns / Reforma no SAP: visão geral e transição 2026 a 2033

Como o agronegócio deve se organizar na transição da reforma sem perder crédito?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Perdão pela dúvida simples. Trabalho em FI de uma empresa do agro: compramos insumo de vários fornecedores e vendemos commodity, e as regras parecem próprias em cada ponta. Estamos em S/4HANA 2022.

O medo do gestor é perder crédito na troca de regime, por documento mal classificado ou fornecedor que não destaca como deveria. E aí, o combinado é: o que a gente pode fazer agora, antes de saber todos os detalhes, para não perder nada depois?


Atualização:

Obrigado a todos. Agora tenho duas listas: uma de trilha e dado, que eu mesmo executo, e outra de perguntas ao tributário. A simulação da reforma no sistema não vou usar como prova agora; vou só testar se ela existe no nosso ambiente e conto o resultado aqui.


Atualização:

Complemento que me lembrei: vou pedir ao tributário uma reunião curta quinzenal só para as perguntas abertas, porque se ficar para depois, o time configura por suposição e só descobre o erro no fechamento.

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Crédito não se perde por falta de lei lida; perde-se por documento sem trilha, dado ruim e decisão não registrada. O material que temos não afirma regras de crédito do agro nem seu tratamento no produto; confirme com o tributário e com a NTT.

  1. Siga dez notas de compra do documento à conta do crédito e marque onde a trilha quebra.
  2. Corrija NCM e descrição dos insumos mais comprados contra o fornecedor.
  3. Guarde, por compra relevante, documento, conta e data.
  4. Mantenha lista de perguntas ao tributário com dono e data.
  5. Quanto à simulação: a documentação da NTT descreve ferramenta que compara carga atual e simulada, e valor simulado é estimativa, não apuração oficial.

Preparo em como preparar o SAP para a reforma. Confirme com o tributário da empresa.

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Olha, minha dica é discordar de que dê para se organizar sem saber as regras. Se a regra de crédito muda por tipo de operação, a trilha de hoje pode ser inútil amanhã.

Sugiro uma segunda lista, em paralelo: perguntas que o tributário precisa responder antes de configurar. Aproveitamento por tipo de insumo, tratamento de venda de commodity, fornecedor sem destaque. Cada pergunta com dono e data. Sem resposta, o sistema não deve ser configurado por suposição.

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Então, o desenho é: separe o que é dado do que é regra. Pelo que a documentação da NTT descreve, as alíquotas e reduções da Análise de tributos são cadastradas por NBS e por NCM. Isso significa que NCM errada no insumo vai atrapalhar qualquer simulação futura.

Uma checagem concreta: extraia os insumos mais comprados e confira NCM e descrição contra o documento do fornecedor. Divergência vira lista de correção, com dono.

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Agora, com a mão na massa: guarde evidência desde já. Para cada compra relevante, o documento fiscal, a conta contábil do crédito e a data de lançamento ficam ligados. Em auditoria ou revisão, a primeira pergunta é onde estão os documentos que sustentam o crédito.

Monte um relatório mensal simples: crédito apropriado por tipo de insumo e quantidade de documentos sem chave contábil. O material de projetos cita chaves contábeis sem conta entre os achados comuns de diagnóstico de ambiente.

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Comece pela trilha do crédito de hoje: do documento de compra até o lançamento contábil. Veja, puxando o fio, escolha dez notas de compra de insumo e siga cada uma até a conta onde o crédito aparece. Onde a trilha quebra, é onde o crédito corre risco.

Se o crédito depende de classificação do item, de dado do fornecedor ou de ajuste manual, registre. O que a regra nova permite aproveitar para cada tipo de insumo é decisão do tributário, e o material que temos não afirma. Fica registrado como pergunta.

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