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Fóruns / Reforma no SAP: visão geral e transição 2026 a 2033

Como o CFO deve preparar o plano de transição da Reforma Tributária no SAP e no GUEPARDO Tax?

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E aí, pessoal. Sou da auditoria interna e acompanho o SAP com S/4HANA 2023 desde a implantação. O CFO pediu um plano de transição da Reforma Tributária, de 2026 a 2033, no SAP e no GUEPARDO Tax, e quer saber por onde começar.

Eu consigo auditar um plano depois de pronto, mas montar a primeira versão é outra coisa. Qual é a ordem sensata para o CFO: sistema, dado, processo? E o que ele já deve pedir à equipe esta semana?


Atualização:

Antes de mais nada, pois é, obrigada a todos. Vou pedir ao CFO três coisas: o diagnóstico dos cinco itens, o quadro por prontidão e o inventário de extensões.

Uma dúvida de seguimento: como eu mostro ao CFO que o plano está andando, sem inventar um percentual de avanço?

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O CFO começa pelo diagnóstico do que existe hoje, não por um cronograma. A ordem que o material sustenta é: diagnóstico do ambiente, três prontidões separadas (SAP, produto fiscal e dado), inventário de extensões e confirmação, junto à NTT, do que está disponível na versão instalada.

  1. Esta semana: diagnóstico e inventário.
  2. Quadro por prontidão, cada coluna com dono.
  3. Teste no modo novo e conciliação contábil antes da virada.

Para mostrar andamento sem percentual inventado, use a contagem de itens fechados por prontidão. O que o produto entrega na sua versão, o material que temos não afirma; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Para o plano, veja preparação do SAP para a reforma tributária.

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Olá a todos. Pelo lado do desenvolvimento, veja, vale registrar um ponto que o CFO não vê: as extensões Z. O material diz que elas quebram na atualização e ninguém sabe dizer qual existe, quem escreveu e o que assume do produto.

Peça o inventário das extensões que tocam o fiscal, com dono e objetivo. Parametrização antes de desenvolvimento, e ponto de extensão previsto antes de alterar objeto padrão, é a regra de decisão que costuma funcionar.

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Vou direto à dúvida e sugiro outra ordem. E aí, voltando ao ponto, em vez de começar por sistema, separe o plano em três prontidões: a do SAP, a do produto fiscal e a do dado. O material trata as três como diferentes e separáveis.

Aqui em casa o CFO recebe um quadro de três colunas, cada uma com dono e status. Fica mais fácil cobrar, porque a nota da SAP, a nota técnica da NTT e o cadastro de NCM andam em ritmos diferentes.

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Oi, gente. Discordo de montar o plano antes de confirmar o que o produto já tem. Veja, em linhas gerais, o quadro de andamento que temos é retrato de um momento, com datas que são estimativas, e os manuais pedem confirmar a situação atual e a disponibilidade na versão instalada antes de planejar uso.

Plano sem essa confirmação vira promessa. O primeiro item do plano deve ser perguntar à NTT e testar o que está disponível na nossa versão.

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O CFO deve pedir primeiro um diagnóstico do que existe hoje, antes de qualquer plano. Puxando o fio, pois é, o material de projeto descreve achados que se repetem: notas SAP da reforma não aplicadas, esquemas de venda próprios sem o novo tributo, chaves contábeis sem conta, regras do emissor de documentos vazias e desenvolvimentos próprios alcançados pela reforma.

Peça uma lista desses cinco itens, com o status de cada um no seu ambiente.

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