Pular para o conteúdo

Fóruns / Reforma no SAP: visão geral e transição 2026 a 2033

Como provar à auditoria que a transição fiscal de 2026 a 2033 foi controlada e rastreável?

Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
4 Respostas
0 Visualizações

Saudações, pessoal. Os auditores externos vão pedir evidência de cada decisão de parametrização que fizemos para a reforma. Trabalho há dois anos com fiscal e hoje estamos no SAP com GUEPARDO Tax.

O C-level quer saber que registro precisa existir desde já para provar que a transição, que vai até 2033, foi controlada e rastreável. O que a gente guarda, e como mostra que o que foi testado é o que está em produção?


Atualização:

Faz sentido. O plano é, né, ligar cada decisão ao teste e à conciliação em um único índice. Dúvida de seguimento: o teste feito pela consultoria conta como prova para o auditor, ou precisa ser o nosso?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Para provar rastreabilidade, a empresa precisa mostrar em cada decisão quem decidiu, quando, com base em quê e que foi testado e conciliado. Na fonte, o desenho é dono por regra, dossiê com data e vínculo com a regra, e teste no modo novo com conciliação contábil.

  1. Dossiê datado por decisão, com dono.
  2. Prova de teste e conciliação anexada a cada decisão.
  3. Homologação do cliente registrada, porque quem valida é a empresa.

O que cada versão do produto registra sozinho, o material que temos não afirma; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Como apoio na parte de testes, veja como organizar testes fiscais no SAP.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Bom dia a todos. E aí, se não me engano, o material responde isso: a validação é do cliente, o teste técnico da consultoria não prova que a apuração do mês está certa. O desenho que aparece é por camadas: teste técnico, integrado, regressão, contábil, homologação do cliente e primeiro fechamento em produção.

Guarde a evidência de cada camada com a data e o nome de quem aprovou. A homologação do cliente inclui a interpretação tributária, que é decisão da empresa, nunca da consultoria.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Olá, time. Discordo de achar que o dossiê basta. Olha, o fato é que auditor também pergunta pelo teste. Segundo o material, teste só no modo atual não basta: a virada exige teste no modo novo e conciliação contábil.

Então o registro precisa ter duas pontas: a decisão e a prova de que ela foi testada, com a conciliação contábil anexada. Passei por situação parecida no fechamento do mês passado e o que faltou foi justamente o teste anexado à decisão.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Guarde, para cada decisão de parametrização, quem decidiu, quando e o vínculo com o ajuste feito no sistema. Um pouco de história: veja, por assim dizer, a auditoria raramente duvida do cálculo; duvida de quem pode mostrar o caminho.

Um dossiê com data, dono e vínculo com a regra, mais um período de guarda combinado com o jurídico, é o mínimo. Comece pelas decisões que já foram tomadas, porque o registro retroativo é o que mais falta.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!