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Fóruns / Reforma no SAP: visão geral e transição 2026 a 2033

Como revisar a configuração fiscal do SAP e do GUEPARDO Tax quando uma norma da reforma é alterada?

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Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Oi, pessoal do fiscal.

Regulamentos novos saem durante a transição e o gestor quer uma rotina de revisão com dono, para não depender da memória de quem estava no projeto. Sou consultor de MM no RISE with SAP e, agora, abrindo um parêntese, nunca desenhei rotina de revisão fiscal.

Quando uma norma da reforma muda, o que eu reviso primeiro, em que ordem e quem assina que está conferido?


Atualização:

Valeu, pessoal. Vou montar a planilha com as três prontidões por norma, usar a lista do Matheus como roteiro e o gatilho do Matheus Medeiros no lugar do calendário. A dúvida que sobra: o que eu escrevo no registro quando a nota técnica da NTT ainda não saiu?

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Resumindo a rotina que a conversa desenhou:

  1. Gatilho: publicação da norma ou da nota técnica, com dono nomeado e prazo para começar.
  2. Três linhas: SAP, produto fiscal (NTT) e dado, cada uma com responsável e data de conferência.
  3. Roteiro: notas SAP aplicadas, esquemas de venda, chaves contábeis, regras do emissor e desenvolvimentos próprios.
  4. Prova: teste no modo novo e conciliação contábil, registrados na revisão.
  5. Nota técnica pendente: registre como "não conferido" com a data; a documentação do produto que temos não afirma o estado de uma nota que ainda não saiu, confirme com a NTT.

Para a lista de notas SAP da reforma, veja as SAP Notes da reforma tributária. A decisão de enquadramento é da empresa; confirme com o tributário da empresa.

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Um alerta, então, sobre a revisão baseada em quadro de andamento: o quadro de adequações da documentação é um retrato do momento em que foi compilado. Os manuais que li pedem confirmar a situação atual e a disponibilidade na versão instalada antes de planejar uso. E os valores simulados pelas ferramentas são estimativas, que não substituem a apuração oficial.

Então a revisão não deve partir do quadro, mas do que está instalado e testado no seu ambiente.

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Até onde sei, o teste fecha a rotina. Teste só no modo atual não basta: a virada exige teste no modo novo e conciliação contábil. Na minha rotina, cada revisão tem dois testes: nota emitida no ambiente de qualidade com valor redondo, conferida campo a campo, e a conciliação contábil do resultado.

Se o teste não está no registro da revisão, para mim a revisão não terminou.

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Completando o Fernando com onde olhar no SAP. O plano é, viu, uma lista de verificação fixa. Nos diagnósticos de ambiente, as coisas que costumam aparecer são: notas SAP da reforma não aplicadas, esquemas de venda próprios sem o novo tributo, chaves contábeis sem conta, regras do emissor de documentos eletrônicos vazias e desenvolvimentos próprios alcançados pela reforma.

Isso é padrão de projeto, julgamento de consultoria, não medição. Use como roteiro de conferência, item por item.

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Aqui fizemos de outro jeito: revisão por gatilho, não por calendário. O chato é, pois é, que calendário fixo revisa quando nada mudou e deixa passar o que mudou entre duas datas. Nosso gatilho é a publicação da norma ou da nota técnica, e a revisão começa em até dois dias úteis, com um dono nomeado.

Cada revisão termina em um registro curto: o que mudou, o que foi conferido, quem decidiu o enquadramento. Enquadramento, alíquota, redução e aproveitamento de crédito são do cliente, então o registro tem de nomear quem decidiu.

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Separe três prontidões, porque cada uma tem dono diferente: o SAP (as notas da SAP), o produto fiscal (as notas técnicas da NTT) e o dado (NCM, classificação, regra de crédito). Veja, como todo mundo sabe, quando alguém diz "estamos prontos" sem dizer qual das três, ainda não disse nada.

A rotina fica assim: a cada norma nova, uma linha por prontidão, com responsável e data de conferência. Primeiro a prontidão do dado, que é a que a empresa controla sozinha.

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