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Fóruns / Reforma no SAP: visão geral e transição 2026 a 2033

Mudança de leiaute por causa da reforma: como o GUEPARDO Tax absorve os campos novos?

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Saudações, pessoal. Acabei de assumir a área fiscal, vindo de automotivo, e a primeira pergunta do meu diretor foi sobre a reforma. Os documentos fiscais e os arquivos das obrigações vão ganhar campos novos de CBS e IBS. Usamos SAP com GUEPARDO Tax. O que o produto precisa para absorver um campo novo? Quem avisa o fiscal quando o leiaute muda? Como eu descubro se a nossa versão já está pronta? Prefiro não prometer nada que o produto não confirme.


Atualização:

Obrigada, gente. Colocando no papel, ó, vou montar o quadro das três prontidões e pedir à NTT a lista de NTGs da nossa versão. Dúvida que sobrou: se a Análise de tributos não existir no nosso ambiente, qual é o plano B para ter pelo menos uma primeira estimativa de impacto?

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Sobre como o GUEPARDO Tax absorve campos novos de leiaute, a documentação disponível não afirma nada; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Para a segunda-feira:

  1. Quadro de prontidão com três colunas: SAP, produto fiscal e dado.
  2. Pedido formal à NTT: quais NTGs a versão instalada já recebeu.
  3. Análise de tributos numa amostra, se existir na versão. O resultado é estimativa.
  4. Lista das extensões Z que leem a nota, cada uma testada com campo novo.

Mais sobre o produto em GUEPARDO Tax no SAP.

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Discordo de esperar tudo da NTT. Pelo meu histórico, tá, 18 anos em fiscal, o gargalo costuma ser o desenvolvimento próprio: relatório e interface Z que leem a nota e quebram quando entra campo novo. O que temos de documentação não afirma que o produto cubra isso. Inventarie as extensões Z, com dono, objetivo e o que cada uma assume do produto, e teste cada uma com uma nota de teste que traga o campo novo. Extensão Z é a parte que mais quebra na atualização.

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Oi, gente. Outro jeito: medir o impacto antes da atualização. Segundo a documentação da NTT, a Análise de tributos trabalha sobre notas já lançadas, com alíquotas e redução de base de IBS, CBS e IS cadastradas por NBS e por NCM. Olha, calma lá: o valor simulado é estimativa e não substitui a apuração oficial.

  1. Veja se a transação existe na versão instalada, porque isso varia.
  2. Rode a análise numa amostra de notas.
  3. Liste as NCM e NBS que ficaram sem cadastro e leve ao fiscal.
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Perdão pela dúvida simples, mas complemento. Então, o combinado é separar três prontidões que se misturam na conversa: a do SAP (as notas da SAP), a do produto fiscal (as notas técnicas da NTT) e a do dado (NCM, classificação, regra de crédito). As duas primeiras dependem de atualização. A terceira é do cadastro: se a NCM está errada, o campo novo sai com valor errado. Monte as três em colunas e só aceite o status pronto quando as três estiverem fechadas.

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Em uma frase: a documentação disponível não afirma como o produto absorve campo novo de leiaute; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Olhando a tela, tá, o que existe é o quadro de adequações da NTT, que lista grupos e tipos de impostos, campos na nota e Espelho de Notas como finalizados para ECC, e NTGs de e-Invoicing para NF-e, CT-e, NFS-e e MDF-e. Só que o quadro é retrato do momento em que foi compilado. Primeiro passo: perguntar à NTT qual NTG a sua versão já recebeu.

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